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Webster's Bible 1833 -
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11
|Ester 2:11|
And Mordecai walked every day before the court of the women's house, to know how Esther did, and what would become of her.
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12
|Ester 2:12|
Now when every maid's turn had come to go in to king Ahasuerus, after that she had been twelve months, according to the manner of the women, (for so were the days of their purifications accomplished, to wit, six months with oil of myrrh, and six months with sweet odors, and with other things for the purifying of the women;)
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13
|Ester 2:13|
Then thus came every maiden to the king; whatever she desired was given her to go with her out of the house of the women to the king's house.
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14
|Ester 2:14|
In the evening she went, and on the morrow she returned into the second house of the women, to the custody of Shaashgaz, the king's chamberlain, who kept the concubines: she came in to the king no more, except that the king delighted in her, and she was called by name.
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15
|Ester 2:15|
Now when the turn of Esther, the daughter of Abihail the uncle of Mordecai, who had taken her for his daughter, had come to go in to the king, she required nothing but what Hegai the king's chamberlain, the keeper of the women, appointed. And Esther obtained favor in the sight of all them that looked upon her.
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16
|Ester 2:16|
So Esther was taken to king Ahasuerus into his house royal in the tenth month, which is the month Tebeth, in the seventh year of his reign.
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17
|Ester 2:17|
And the king loved Esther above all the women, and she obtained grace and favor in his sight more than all the virgins; so that he set the royal crown upon her head, and made her queen instead of Vashti.
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18
|Ester 2:18|
Then the king made a great feast to all his princes and his servants, even Esther's feast; and he made a release to the provinces, and gave gifts, according to the state of the king.
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19
|Ester 2:19|
And when the virgins were assembled the second time, then Mordecai sat in the king's gate.
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20
|Ester 2:20|
Esther had not yet showed her kindred, nor her people; as Mordecai had charged her: for Esther performed the commandment of Mordecai, as when she was brought up with him.
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Sugestões

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03 de setembro LAB 612
APROVEITE A DISCIPLINA POR AMOR
Ezequiel 21-23
O que significa a expressão “o cetro de meu filho”, de Ezequiel 21:10?
Pra entender essa figura, você precisa tentar entender todo o trecho de texto. Ezequiel 21:8-17 trata da Espada Afiada e Polida.
Na sequência dos capítulos anteriores, o terror da destruição próxima de Jerusalém é descrito neste oráculo aqui, em termos ainda assustadores. A espada não só estava desembainhada, mas está afiada e polida para o dia da matança (v.10). Não era ocasião nem para regozijo, nem para zombaria. Por ocasião do sítio de Jerusalém por Senaqueribe nos dias do rei Ezequias, houve aqueles que, com o maior cinismo, estavam se preparando para o desastre que ameaçava engolfar a cidade dizendo: “Comamos e bebamos, que amanhã morreremos” (Isaías 22:13). Aparentemente, a história iria repetir-se ao Jerusalém ser sitiada pelos exércitos de Nabucodonosor. Esta diferença cínica em face de um perigo mortal reproduziu-se por ocasião do banquete que Belsazar ofereceu a seus grandes à véspera da tomada de Babilônia pelas tropas de Ciro (Daniel 5).
A frase final do v.10, que, a princípio, oferece umas certas dificuldades para ser entendida, poderia ser traduzida assim: “O cetro [na NVI, vareta] de meu filho despreza qualquer [outro] pau”. O termo hebraico “shebet” significa não somente “cetro”, mas também “tribo”. Nas bênçãos que Jacó proferiu em seu leito de morte somente de Judá diz ele beni, “filho meu” (Gênesis 49:9). Levando em consideração estes dois fatos, a frase “a tribo de meu filho” seria uma referência à tribo de Judá. O sentido de toda a frase seria então: “Judá despreza qualquer pau”. “Pau” teria neste contexto o sentido de “castigo”. Como Judá tinha desprezado os castigos mais leves do passado representados pelo “pau”, teria agora que sofrer o castigo da espada afiada e polida.
Através do “matador” do v.11, que é o NABUCODONOSOR, ou melhor, o exército que ele comandava, iria acontecer uma guerra contra todo o povo de Judá, e mesmo os príncipes não escapariam (v.12). O castigo seria feio. Judá, que tinha desprezado os castigos anteriores expressados pela vara, não sobreviveria ao castigo da espada (versos 13 e 10). A carnificina que ocorreria por ocasião do sítio e conquista de Jerusalém é descrita em termos horripilantes nos vv.14-17. E isso tudo realmente aconteceu. Infelizmente.
Lição de aplicação para a nossa vida: quando Deus nos permitir uma leve conseqüência ruim, em vez de desprezarmos a repreensão ou, em vez de até mesmo reclamar com Deus, o melhor é procurar aprender a lição enquanto a disciplina é leve. Caso contrário, a repreensão posterior pode ser insuportável. Concluindo tudo, o conselho é: aproveite a disciplina por amor.
Valdeci Júnior
Fátima Silva