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Webster's Bible 1833 -
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1
|Ester 7:1|
So the king and Haman came to banquet with Esther the queen.
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|Ester 7:2|
And the king said again to Esther on the second day at the banquet of wine, What is thy petition, queen Esther? and it shall be granted thee: and what is thy request? and it shall be performed, even to the half of the kingdom.
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3
|Ester 7:3|
Then Esther the queen answered and said, If I have found favor in thy sight, O king, and if it shall please the king, let my life be given me at my petition, and my people at my request:
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4
|Ester 7:4|
For we are sold, I and my people, to be destroyed, to be slain, and to perish. But if we had been sold for bond-men and bond-women, I had held my tongue, although the enemy could not countervail the king's damage.
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5
|Ester 7:5|
Then the king Ahasuerus answered and said to Esther the queen, Who is he, and where is he, that durst presume in his heart to do so?
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6
|Ester 7:6|
And Esther said, The adversary and enemy is this wicked Haman. Then Haman was afraid before the king and the queen.
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7
|Ester 7:7|
And the king arising from the banquet of wine in his wrath went into the palace-garden: and Haman stood up to make request for his life to Esther the queen; for he saw that there was evil determined against him by the king.
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8
|Ester 7:8|
Then the king returned out of the palace-garden into the place of the banquet of wine; and Haman had fallen upon the bed on which Esther was. Then said the king, Will he force the queen also before me in the house? As the word went out of the king's mouth, they covered Haman's face.
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9
|Ester 7:9|
And Harbonah, one of the chamberlains, said before the king, Behold also, the gallows fifty cubits high, which Haman had made for Mordecai, who had spoken good for the king, standeth in the house of Haman. Then the king said, Hang him upon it.
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10
|Ester 7:10|
So they hanged Haman on the gallows that he had prepared for Mordecai. Then was the king's wrath pacified.
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Sugestões

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18 de julho LAB 565
COMO ENTENDER ECLESIASTES?
Eclesiastes 01-04
Hoje, quero apresentar uma explicação de James W. Zackrison (CPB, LES, jan-mar 2007, 2) sobre como entendermos o livro de Eclesiastes.
Esse teólogo explica que, ao contrário de outros livros da Bíblia, que frequentemente começam com uma forte afirmação sobre Deus, Eclesiastes começa com um grito sobre a falta de sentido para a vida. “Vaidade de vaidades, tudo é vaidade”. Essa introdução se parece mais com os modernos escritores seculares que com um profeta de Yahweh. Não obstante, como cristãos, cremos que Eclesiastes foi colocado no cânon das Escrituras porque Deus tem nele uma mensagem para nós.
Muitos estudiosos afirmam que o autor não foi o rei Salomão. Mas mantemos a posição de que Salomão foi o escritor fundamentados na tradição cristã e judaica e nas evidências internas do livro. Ao nos dedicarmos ao estudo deste livro, alguns simples princípios de interpretação nos serão de muita ajuda.
Para começar, Salomão estava escrevendo no fim de uma vida cheia de amargura e ira contra si mesmo por sua apostasia. O que é singular nesse livro é que, em alguns lugares, Salomão escreveu sob a perspectiva de alguém alienado de Deus. Como alguns autores modernos, ele nos dá pensamentos que saem diretamente de sua cabeça. Vemos o mundo como aparece através desses olhos.
Essas porções de Eclesiastes que mencionam a experiência e o raciocínio dos anos de apostasia [de Salomão] não devem ser considerados como se representassem a mente e a vontade do Espírito. Não obstante, são um registro inspirado do que ele realmente pensava e fazia naquele tempo, e esse registro constitui uma grave advertência contra o tipo errado de pensamento e ação. Passagens como essas não devem ser tiradas de seu contexto e usadas para ensinar alguma suposta verdade que a Inspiração nunca pretendeu que ensinassem.
Finalmente, é esta a mensagem desse livro: Deus nos mostra como a vida é cruel e vazia quando Ele não está presente. E esse é o livro que começaremos a ler hoje: Eclesiastes, capítulos 1-4, onde o autor inicia, melancolicamente, tecendo um texto reflexivo de que, para ele, nada tem sentido, chegando a dizer que nem os prazeres, nem a própria sabedoria têm sentido. O sabor dessa melancolia é tão grande que Salomão chega a comparar a sabedoria com a insensatez. Para ele, até mesmo o trabalho árduo é inútil. Ele não poupa o leitor de conhecer as injustiças e os absurdos da vida. “Bem vindos ao mundo real”, seria o slogan.
Mas como de qualquer caos é possível sacar um proveito, o capítulo três nos ensina a sabermos aproveitar bem o nosso tempo.
Eu também digo: lendo a Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva