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Webster's Bible 1833 -
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19
|Ester 2:19|
And when the virgins were assembled the second time, then Mordecai sat in the king's gate.
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20
|Ester 2:20|
Esther had not yet showed her kindred, nor her people; as Mordecai had charged her: for Esther performed the commandment of Mordecai, as when she was brought up with him.
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21
|Ester 2:21|
In those days, while Mordecai sat in the king's gate, two of the king's chamberlains, Bigthan and Teresh, of those who kept the door, were wroth, and sought to lay hand on the king Ahasuerus.
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22
|Ester 2:22|
And the thing was known to Mordecai, who told it to Esther the queen; and Esther certified the king of it in Mordecai's name.
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23
|Ester 2:23|
And when inquisition was made of the matter, it was discovered; therefore they were both hanged on a tree: and it was written in the book of the chronicles before the king.
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1
|Ester 3:1|
After these things king Ahasuerus promoted Haman the son of Hammedatha the Agagite, and advanced him, and set his seat above all the princes that were with him.
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2
|Ester 3:2|
And all the king's servants that were in the king's gate, bowed, and reverenced Haman; for the king had so commanded concerning him. But Mordecai bowed not, nor did him reverence.
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3
|Ester 3:3|
Then the king's servants who were in the king's gate, said to Mordecai, Why dost thou transgress the king's commandment?
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4
|Ester 3:4|
Now it came to pass, when they spoke daily to him, and he hearkened not to them, that they told Haman, to see whether Mordecai's matters would stand: for he had told them that he was a Jew.
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5
|Ester 3:5|
And when Haman saw that Mordecai bowed not, nor did him reverence, then was Haman full of wrath.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva