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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Webster's Bible 1833 -
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|Gênesis 21:11|
And the thing was very grievous in Abraham's sight, because of his son.
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12
|Gênesis 21:12|
And God said to Abraham, Let it not be grievous in thy sight, because of the lad, and because of thy bond-woman; in all that Sarah hath said to thee, hearken to her voice: for in Isaac shall thy seed be called.
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13
|Gênesis 21:13|
And also of the son of the bond-woman will I make a nation, because he is thy seed.
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14
|Gênesis 21:14|
And Abraham rose early in the morning, and took bread, and a bottle of water, and gave it to Hagar (putting it on her shoulder) and the child, and sent her away; and she departed, and wandered in the wilderness of Beer-sheba.
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15
|Gênesis 21:15|
And the water was spent in the bottle, and she cast the child under one of the shrubs.
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16
|Gênesis 21:16|
And she went, and sat her down over against him, a good way off, as it were a bow-shot: for she said, Let me not see the death of the child. And she sat over against him, and raised her voice, and wept.
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17
|Gênesis 21:17|
And God heard the voice of the lad: and the angel of God called to Hagar out of heaven, and said to her, What aileth thee, Hagar? fear not; for God hath heard the voice of the lad where he is.
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18
|Gênesis 21:18|
Arise, lift up the lad, and hold him in thy hand: for I will make him a great nation.
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|Gênesis 21:19|
And God opened her eyes, and she saw a well of water: and she went, and filled the bottle with water, and gave the lad drink.
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20
|Gênesis 21:20|
And God was with the lad; and he grew, and dwelt in the wilderness, and became an archer.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva