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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Webster's Bible 1833 -
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|Gênesis 35:1|
And God said to Jacob, Arise, go up to Beth-el, and dwell there: and make there an altar to God, who appeared to thee when thou fleddest from the face of Esau thy brother.
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2
|Gênesis 35:2|
Then Jacob said to his household, and to all that were with him, Put away the strange gods that are among you, and be clean, and change your garments:
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3
|Gênesis 35:3|
And let us arise, and go up to Beth-el; and I will make there an altar to God, who answered me in the day of my distress, and was with me in the way which I went.
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4
|Gênesis 35:4|
And they gave to Jacob all the strange gods which were in their hand, and the ear-rings which were in their ears; and Jacob hid them under the oak which was by Shechem.
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5
|Gênesis 35:5|
And they journeyed: and the terror of God was on the cities that were round them, and they did not pursue after the sons of Jacob.
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6
|Gênesis 35:6|
So Jacob came to Luz, which is in the land of Canaan (that is Beth-el) he and all the people that were with him.
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7
|Gênesis 35:7|
And he erected there an altar, and called the place El-beth-el; because there God appeared to him, when he fled from the face of his brother.
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8
|Gênesis 35:8|
But Deborah, Rebekah's nurse, died, and she was buried beneath Beth-el, under an oak: and the name of it was called Allon-bachuth.
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9
|Gênesis 35:9|
And God appeared to Jacob again when he came out of Padan-aram; and blessed him.
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10
|Gênesis 35:10|
And God said to him, Thy name is Jacob: thy name shall not be called any more Jacob, but Israel shall be thy name; and he called his name Israel.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva