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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Webster's Bible 1833 -
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1
|Juízes 4:1|
And the children of Israel again did evil in the sight of the LORD, after Ehud was dead.
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2
|Juízes 4:2|
And the LORD sold them into the hand of Jabin king of Canaan that reigned in Hazor, the captain of whose host was Sisera, who dwelt in Harosheth of the Gentiles.
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3
|Juízes 4:3|
And the children of Israel cried to the LORD; for he had nine hundred chariots of iron; and twenty years he mightily oppressed the children of Israel.
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4
|Juízes 4:4|
And Deborah, a prophetess, the wife of Lapidoth, she judged Israel at that time.
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5
|Juízes 4:5|
And she dwelt under the palm-tree of Deborah, between Ramah and Beth-el in mount Ephraim: and the children of Israel came up to her for judgment.
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6
|Juízes 4:6|
And she sent and called Barak the son of Abinoam from Kedesh-naphtali, and said to him, Hath not the LORD God of Israel commanded, saying, Go, and draw towards mount Tabor, and take with thee ten thousand men of the children of Naphtali, and of the children of Zebulun?
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7
|Juízes 4:7|
And I will draw to thee, to the river Kishon, Sisera the captain of Jabin's army, with his chariots and his multitude; and I will deliver him into thy hand.
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8
|Juízes 4:8|
And Barak said to her, if thou wilt go with me, then I will go: but if thou wilt not go with me, then I will not go.
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9
|Juízes 4:9|
And she said, I will surely go with thee: notwithstanding the journey that thou takest shall not be for thy honor; for the LORD will sell Sisera into the hand of a woman. And Deborah arose, and went with Barak to Kedesh.
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10
|Juízes 4:10|
And Barak called Zebulun and Naphtali to Kedesh; and he went up with ten thousand men at his feet: and Deborah went up with him.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva