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Webster's Bible 1833 -
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1
|Miquéias 4:1|
But in the last days it shall come to pass, that the mount of the house of the LORD shall be established on the top of the mountains, and it shall be exalted above the hills; and people shall flow to it.
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2
|Miquéias 4:2|
And many nations shall come, and say, Come, and let us go up to the mountain of the LORD, and to the house of the God of Jacob; and he will teach us of his ways, and we will walk in his paths: for the law shall go forth from Zion, and the word of the LORD from Jerusalem.
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3
|Miquéias 4:3|
And he shall judge among many people, and rebuke strong nations afar off; and they shall beat their swords into plow-shares, and their spears into pruning-hooks: nation shall not lift up a sword against nation, neither shall they learn war any more.
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4
|Miquéias 4:4|
But they shall sit every man under his vine and under his fig-tree; and none shall make them afraid: for the mouth of the LORD of hosts hath spoken it.
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5
|Miquéias 4:5|
For all people will walk every one in the name of his god, and we will walk in the name of the LORD our God for ever and ever.
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6
|Miquéias 4:6|
In that day, saith the LORD, I will assemble her that halteth, and I will gather her that is driven out, and her that I have afflicted;
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7
|Miquéias 4:7|
And I will make her that halted a remnant, and her that was cast far off a strong nation: and the LORD will reign over them in mount Zion from henceforth, even for ever.
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8
|Miquéias 4:8|
And thou, O tower of the flock, the strong hold of the daughter of Zion, to thee shall it come, even the first dominion; the kingdom shall come, to the daughter of Jerusalem.
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9
|Miquéias 4:9|
Now why dost thou cry aloud? is there no king in thee? hath thy counselor perished? for pangs have taken thee as a woman in travail.
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10
|Miquéias 4:10|
Be in pain, and labor to bring forth, O daughter of Zion, like a woman in travail: for now shalt thou go forth from the city, and thou shalt dwell in the field, and thou shalt go even to Babylon; there shalt thou be delivered; there the LORD shall redeem thee from the hand of thy enemies.
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Sugestões

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08 de junho LAB 525
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JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva