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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Webster's Bible 1833 -
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1
|Números 22:1|
And the children of Israel moved forward, and pitched in the plains of Moab on this side of Jordan by Jericho.
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2
|Números 22:2|
And Balak the son of Zippor saw all that Israel had done to the Amorites.
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3
|Números 22:3|
And Moab was greatly afraid of the people, because they were many: and Moab was distressed because of the children of Israel.
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4
|Números 22:4|
And Moab said to the elders of Midian, Now shall this company lick up all that are around us, as the ox licketh up the grass of the field. And Balak the son of Zippor was king of the Moabites at that time.
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5
|Números 22:5|
He sent messengers therefore to Balaam the son of Beor to Pethor, which is by the river of the land of the children of his people, to call him, saying, Behold, there has a people come out from Egypt: behold, they cover the face of the earth, and they abide over against me:
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6
|Números 22:6|
Come now therefore, I pray thee, Curse for me this people; for they are too mighty for me: it may be I shall prevail, that we may smite them, and that I may drive them out of the land: for I know that he whom thou blessest is blessed, and he whom thou cursest is cursed.
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7
|Números 22:7|
And the elders of Moab and the elders of Midian departed with the rewards of divination in their hand; and they came to Balaam, and spoke to him the words of Balak.
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8
|Números 22:8|
And he said to them, Lodge here this night, and I will bring you word again, as the LORD shall speak to me: and the princes of Moab abode with Balaam.
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9
|Números 22:9|
And God came to Balaam, and said, What men are these with thee?
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10
|Números 22:10|
And Balaam said to God, Balak the son of Zippor, king of Moab, hath sent to me, saying,
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva