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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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World English Bible -
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14
|1 Reis 7:14|
"He was the son of a widow of the tribe of Naphtali, and his father was a man of Tyre, a worker in brass; and he was filled with wisdom and understanding and skill, to work all works in brass. He came to king Solomon, and performed all his work."
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15
|1 Reis 7:15|
For he fashioned the two pillars of brass, eighteen cubits high apiece: and a line of twelve cubits encircled either of them about.
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16
|1 Reis 7:16|
He made two capitals of molten brass, to set on the tops of the pillars: the height of the one capital was five cubits, and the height of the other capital was five cubits.
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17
|1 Reis 7:17|
"There were nets of checker work, and wreaths of chain work, for the capitals which were on the top of the pillars; seven for the one capital, and seven for the other capital."
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18
|1 Reis 7:18|
"So he made the pillars; and there were two rows around on the one network, to cover the capitals that were on the top of the pillars: and so did he for the other capital."
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19
|1 Reis 7:19|
The capitals that were on the top of the pillars in the porch were of lily work, four cubits.
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20
|1 Reis 7:20|
There were capitals above also on the two pillars, close by the belly which was beside the network: and the pomegranates were two hundred, in rows around on the other capital.
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21
|1 Reis 7:21|
"He set up the pillars at the porch of the temple: and he set up the right pillar, and called its name Jachin; and he set up the left pillar, and called its name Boaz."
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22
|1 Reis 7:22|
On the top of the pillars was lily work: so was the work of the pillars finished.
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23
|1 Reis 7:23|
"He made the molten sea of ten cubits from brim to brim, round in compass, and its height was five cubits; and a line of thirty cubits encircled it."
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva