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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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World English Bible -
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24
|1 Reis 7:24|
Under its brim around there were buds which encircled it, for ten cubits, encircling the sea: the buds were in two rows, cast when it was cast.
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25
|1 Reis 7:25|
"It stood on twelve oxen, three looking toward the north, and three looking toward the west, and three looking toward the south, and three looking toward the east; and the sea was set on them above, and all their hinder parts were inward."
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26
|1 Reis 7:26|
It was a handbreadth thick: and its brim was worked like the brim of a cup, like the flower of a lily: it held two thousand baths.
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27
|1 Reis 7:27|
"He made the ten bases of brass; four cubits was the length of one base, and four cubits its breadth, and three cubits its height."
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28
|1 Reis 7:28|
"The work of the bases was like this: they had panels; and there were panels between the ledges;"
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29
|1 Reis 7:29|
"and on the panels that were between the ledges were lions, oxen, and cherubim; and on the ledges there was a pedestal above; and beneath the lions and oxen were wreaths of hanging work."
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30
|1 Reis 7:30|
"Every base had four bronze wheels, and axles of brass; and the four feet of it had supports: beneath the basin were the supports molten, with wreaths at the side of each."
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31
|1 Reis 7:31|
"The mouth of it within the capital and above was a cubit: and its mouth was round after the work of a pedestal, a cubit and a half; and also on its mouth were engravings, and their panels were foursquare, not round."
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32
|1 Reis 7:32|
"The four wheels were underneath the panels; and the axles of the wheels were in the base: and the height of a wheel was a cubit and half a cubit."
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33
|1 Reis 7:33|
The work of the wheels was like the work of a chariot wheel: their axles, and their rims, and their spokes, and their naves, were all molten.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva