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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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World English Bible -
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1
|Ezequiel 41:1|
He brought me to the temple, and measured the posts, six cubits broad on the one side, and six cubits broad on the other side, which was the breadth of the tent.
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2
|Ezequiel 41:2|
"The breadth of the entrance was ten cubits; and the sides of the entrance were five cubits on the one side, and five cubits on the other side: and he measured its length, forty cubits, and the breadth, twenty cubits."
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3
|Ezequiel 41:3|
"Then went he inward, and measured each post of the entrance, two cubits; and the entrance, six cubits; and the breadth of the entrance, seven cubits."
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4
|Ezequiel 41:4|
He measured its length, twenty cubits, and the breadth, twenty cubits, before the temple: and he said to me, This is the most holy place.
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5
|Ezequiel 41:5|
"Then he measured the wall of the house, six cubits; and the breadth of every side room, four cubits, all around the house on every side."
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6
|Ezequiel 41:6|
"The side rooms were in three stories, one over another, and thirty in order; and they entered into the wall which belonged to the house for the side rooms all around, that they might have hold [therein], and not have hold in the wall of the house."
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7
|Ezequiel 41:7|
"The side rooms were broader as they encompassed [the house] higher and higher; for the encompassing of the house went higher and higher around the house: therefore the breadth of the house [continued] upward; and so one went up [from] the lowest [room] to the highest by the middle [room]."
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8
|Ezequiel 41:8|
I saw also that the house had a raised base all around: the foundations of the side rooms were a full reed of six great cubits.
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9
|Ezequiel 41:9|
The thickness of the wall, which was for the side rooms, on the outside, was five cubits: and that which was left was the place of the side rooms that belonged to the house.
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10
|Ezequiel 41:10|
Between the rooms was a breadth of twenty cubits around the house on every side.
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Sugestões

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08 de junho LAB 525
BUSQUE A DEUS
JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva