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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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World English Bible -
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|Ezequiel 41:9|
The thickness of the wall, which was for the side rooms, on the outside, was five cubits: and that which was left was the place of the side rooms that belonged to the house.
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10
|Ezequiel 41:10|
Between the rooms was a breadth of twenty cubits around the house on every side.
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11
|Ezequiel 41:11|
The doors of the side rooms were toward [the place] that was left, one door toward the north, and another door toward the south: and the breadth of the place that was left was five cubits all around.
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12
|Ezequiel 41:12|
"The building that was before the separate place at the side toward the west was seventy cubits broad; and the wall of the building was five cubits thick all around, and its length ninety cubits."
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13
|Ezequiel 41:13|
"So he measured the house, one hundred cubits long; and the separate place, and the building, with its walls, one hundred cubits long;"
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14
|Ezequiel 41:14|
also the breadth of the face of the house, and of the separate place toward the east, one hundred cubits.
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15
|Ezequiel 41:15|
"He measured the length of the building before the separate place which was at its back, and its galleries on the one side and on the other side, one hundred cubits; and the inner temple, and the porches of the court;"
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|Ezequiel 41:16|
the thresholds, and the closed windows, and the galleries around on their three stories, over against the threshold, with wood ceilings all around, and [from] the ground up to the windows, (now the windows were covered),
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|Ezequiel 41:17|
to [the space] above the door, even to the inner house, and outside, and by all the wall all around inside and outside, by measure.
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|Ezequiel 41:18|
"It was made with cherubim and palm trees; and a palm tree was between cherub and cherub, and every cherub had two faces;"
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva