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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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World English Bible -
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6
|Juízes 19:6|
"So they sat down, ate, and drank, both of them together: and the young lady's father said to the man, "Please be pleased to stay all night, and let your heart be merry."
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7
|Juízes 19:7|
"The man rose up to depart; but his father-in-law urged him, and he lodged there again."
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8
|Juízes 19:8|
"He arose early in the morning on the fifth day to depart; and the young lady's father said, "Please strengthen your heart and stay until the day declines;" and they both ate."
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9
|Juízes 19:9|
"When the man rose up to depart, he, and his concubine, and his servant, his father-in-law, the young lady's father, said to him, "Behold, now the day draws toward evening, please stay all night: behold, the day grows to an end, lodge here, that your heart may be merry; and tomorrow go on your way early, that you may go home."
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10
|Juízes 19:10|
"But the man wouldn't stay that night, but he rose up and departed, and came over against Jebus (the same is Jerusalem): and there were with him a couple of donkeys saddled; his concubine also was with him."
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11
|Juízes 19:11|
"When they were by Jebus, the day was far spent; and the servant said to his master, "Please come and let us turn aside into this city of the Jebusites, and lodge in it."
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12
|Juízes 19:12|
"His master said to him, "We won't turn aside into the city of a foreigner, that is not of the children of Israel; but we will pass over to Gibeah."
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13
|Juízes 19:13|
"He said to his servant, "Come and let us draw near to one of these places; and we will lodge in Gibeah, or in Ramah."
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14
|Juízes 19:14|
"So they passed on and went their way; and the sun went down on them near to Gibeah, which belongs to Benjamin."
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15
|Juízes 19:15|
"They turned aside there, to go in to lodge in Gibeah: and he went in, and sat him down in the street of the city; for there was no man who took them into his house to lodge."
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva