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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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|1 Crônicas 27:1|
And the sons of Israel, after their number, heads of the fathers, and princes of the thousands and of the hundreds, and their officers, those serving the king in any matter of the courses, that are coming in and going out month by month, throughout all months of the year -- [are] in each course twenty and four thousand.
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2
|1 Crônicas 27:2|
Over the first course, for the first month, [is] Jashobeam son of Zabdiel, and on his course [are] twenty and four thousand;
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3
|1 Crônicas 27:3|
of the sons of Perez [is] the head of all princes of the hosts for the first month.
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4
|1 Crônicas 27:4|
And over the course of the second month [is] Dodai the Ahohite, and his course, and Mikloth [is] the president, and on his course [are] twenty and four thousand.
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5
|1 Crônicas 27:5|
Head of the third host, for the third month, [is] Benaiah son of Jehoiada, the head priest, and on his course [are] twenty and four thousand.
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6
|1 Crônicas 27:6|
This Benaiah [is] a mighty one of the thirty, and over the thirty, and [in] his course [is] Ammizabad his son.
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7
|1 Crônicas 27:7|
The fourth, for the fourth month, [is] Asahel brother of Joab, and Zebadiah his son after him, and on his course [are] twenty and four thousand.
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8
|1 Crônicas 27:8|
The fifth, for the fifth month, [is] the prince Shamhuth the Izrahite, and on his course [are] twenty and four thousand.
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9
|1 Crônicas 27:9|
The sixth, for the sixth month, [is] Ira son of Ikkesh the Tekoite, and on his course [are] twenty and four thousand.
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10
|1 Crônicas 27:10|
The seventh, for the seventh month, [is] Helez the Pelonite, of the sons of Ephraim, and on his course [are] twenty and four thousand.
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Sugestões

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30 de janeiro LAB 396
TRABALHO ABENÇOADO
Êxodo 37-38
Vamos trazer o pano de fundo de Êxodo 37-38 para uma comparação com algo que acontece, de forma semelhante, em toda a História. Esses bastidores também têm tudo a ver com o mundo atual em que vivemos. E as lições são muitas.
A inteligência é uma dádiva. Deus a concede à humanidade para beneficiar-lhe. E o ser humano usa-a para o seu malefício, provocando sua própria destruição em um processo vicioso de regressão dos valores e dos princípios.
Para solucionar os problemas de sobrevivência e conceder bem-estar às pessoas – que vivem em um mundo degradado – Deus concede-lhes a capacidade de produzir inventos poderosamente bons. Gutenberg inaugurou a imprensa com a frase “Pai nosso que estás nos Céus” e, logo em seguida, editou a Bíblia para a salvação de muitos. Isso evoluiu tanto, que hoje trocamos as informações gráficas virtualmente. Nossos computadores, interligados em rede, nos proporcionam essa bênção. Que benefício para os universitários!
Mas, na proporção que essas bênçãos são dadas aos seres humanos, eles, infelizmente, transformam-nas em degradação moral. Você pode perceber isso, de maneira muito clara, quando passa por uma banca de revistas e vê que a literatura ali existente, quase em sua totalidade, é um borrão para a alma. Ou, quando as estatísticas comprovam que o mercado pornográfico fatura bilhões e bilhões de dólares, especialmente pela mídia digital. É! O mundão em que vivemos é o verdadeiro retrato pintado pela letra de Léo Canhoto na música “O Último Julgamento”. Com isso, o homem sempre inova algo, com aparência e sofisticação superiores ao que já existia, mas com menores soluções para os seus problemas anteriores. Aumenta-se assim, a fraqueza e a autodestruição humanas.
Hoje são inventadas novas tecnologias com a finalidade de ajudar. Ajudarão, por um tempo, até que passarão a atrapalhar, necessitando de novas invenções para remediá-las que, por sua vez, entrarão no mesmo ciclo vicioso. Esse ciclo degenerativo das inovações tecnológicas acontece sob uma análise feita absolutamente no nível da capacidade humana.
Entretanto, o homem pode produzir feitos que não sejam tão “desgraçantes”, mas, pelo contrário, benéficos e duradouros. Como? A arca da aliança, a mesa e os utensílios, o candelabro de ouro e o altar dos holocaustos ainda são lembrados com tanto carinho e têm uma representação no próprio santuário celestial por causa de um diferencial. Foram produzidos com o segredo de Bezalel e seus companheiros de serviço: “Moisés inspecionou a obra e viu que tinham feito tudo conforme o Senhor tinha ordenado. Então, Moisés os abençoou” (Êxodo 39:43).
Entregue seu trabalho a Deus e deixe-O guiá-lo. Certamente, ele não fará parte do ciclo degenerativo das inovações tecnológicas. Vai ser muito abençoado!
Valdeci Júnior
Fátima Silva