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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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1
|1 Crônicas 27:1|
And the sons of Israel, after their number, heads of the fathers, and princes of the thousands and of the hundreds, and their officers, those serving the king in any matter of the courses, that are coming in and going out month by month, throughout all months of the year -- [are] in each course twenty and four thousand.
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2
|1 Crônicas 27:2|
Over the first course, for the first month, [is] Jashobeam son of Zabdiel, and on his course [are] twenty and four thousand;
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3
|1 Crônicas 27:3|
of the sons of Perez [is] the head of all princes of the hosts for the first month.
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4
|1 Crônicas 27:4|
And over the course of the second month [is] Dodai the Ahohite, and his course, and Mikloth [is] the president, and on his course [are] twenty and four thousand.
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5
|1 Crônicas 27:5|
Head of the third host, for the third month, [is] Benaiah son of Jehoiada, the head priest, and on his course [are] twenty and four thousand.
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6
|1 Crônicas 27:6|
This Benaiah [is] a mighty one of the thirty, and over the thirty, and [in] his course [is] Ammizabad his son.
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7
|1 Crônicas 27:7|
The fourth, for the fourth month, [is] Asahel brother of Joab, and Zebadiah his son after him, and on his course [are] twenty and four thousand.
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8
|1 Crônicas 27:8|
The fifth, for the fifth month, [is] the prince Shamhuth the Izrahite, and on his course [are] twenty and four thousand.
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9
|1 Crônicas 27:9|
The sixth, for the sixth month, [is] Ira son of Ikkesh the Tekoite, and on his course [are] twenty and four thousand.
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10
|1 Crônicas 27:10|
The seventh, for the seventh month, [is] Helez the Pelonite, of the sons of Ephraim, and on his course [are] twenty and four thousand.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva