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Young's Literal Translation -
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11
|1 Pedro 1:11|
searching in regard to what or what manner of time the Spirit of Christ that was in them was manifesting, testifying beforehand the sufferings of Christ and the glory after these,
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12
|1 Pedro 1:12|
to whom it was revealed, that not to themselves, but to us they were ministering these, which now were told to you (through those who did proclaim good news to you,) in the Holy Spirit sent from heaven, to which things messengers do desire to bend looking.
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13
|1 Pedro 1:13|
Wherefore having girded up the loins of your mind, being sober, hope perfectly upon the grace that is being brought to you in the revelation of Jesus Christ,
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14
|1 Pedro 1:14|
as obedient children, not fashioning yourselves to the former desires in your ignorance,
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15
|1 Pedro 1:15|
but according as He who did call you [is] holy, ye also, become holy in all behaviour,
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16
|1 Pedro 1:16|
because it hath been written, `Become ye holy, because I am holy;`
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|1 Pedro 1:17|
and if on the Father ye do call, who without acceptance of persons is judging according to the work of each, in fear the time of your sojourn pass ye,
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|1 Pedro 1:18|
having known that, not with corruptible things -- silver or gold -- were ye redeemed from your foolish behaviour delivered by fathers,
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|1 Pedro 1:19|
but with precious blood, as of a lamb unblemished and unspotted -- Christ`s --
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20
|1 Pedro 1:20|
foreknown, indeed, before the foundation of the world, and manifested in the last times because of you,
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva