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Young's Literal Translation -
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21
|1 Pedro 3:21|
also to which an antitype doth now save us -- baptism, (not a putting away of the filth of flesh, but the question of a good conscience in regard to God,) through the rising again of Jesus Christ,
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22
|1 Pedro 3:22|
who is at the right hand of God, having gone on to heaven -- messengers, and authorities, and powers, having been subjected to him.
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1
|1 Pedro 4:1|
Christ, then, having suffered for us in the flesh, ye also with the same mind arm yourselves, because he who did suffer in the flesh hath done with sin,
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2
|1 Pedro 4:2|
no more in the desires of men, but in the will of God, to live the rest of the time in the flesh;
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3
|1 Pedro 4:3|
for sufficient to us [is] the past time of life the will of the nations to have wrought, having walked in lasciviousnesses, desires, excesses of wines, revelings, drinking-bouts, and unlawful idolatries,
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4
|1 Pedro 4:4|
in which they think it strange -- your not running with them to the same excess of dissoluteness, speaking evil,
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5
|1 Pedro 4:5|
who shall give an account to Him who is ready to judge living and dead,
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6
|1 Pedro 4:6|
for for this also to dead men was good news proclaimed, that they may be judged, indeed, according to men in the flesh, and may live according to God in the spirit.
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7
|1 Pedro 4:7|
And of all things the end hath come nigh; be sober-minded, then, and watch unto the prayers,
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8
|1 Pedro 4:8|
and, before all things, to one another having the earnest love, because the love shall cover a multitude of sins;
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Sugestões

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16 de outubro LAB 655
AS DUAS TRANSFORMAÇÕES
Marcos 07-09
A leitura de hoje me fez lembrar de uma das mais belas obras de arte guardadas na Itália. Estou falando do famoso quadro “Transfiguração”, de Rafael Sanzio, que, embora não intencionalmente, resumiu o espírito da Reforma.
A pintura mostra Cristo em pé sobre o monte, com os endemoninhados olhando esperançosamente para Ele desde o vale (Marcos 9:2-29). Os dois grupos de discípulos – um na montanha, o outro no vale – retratam dois tipos de cristãos. Os discípulos da montanha desejavam permanecer com Cristo, mais ou menos indiferentes às necessidades que ocorriam no vale. Ao longo dos séculos, muitos têm construído no alto da “montanha”, muito afastados das necessidades do mundo. Sua experiência é a das orações desacompanhadas de obras. Por outro lado, os discípulos do vale trabalhavam sem oração – e seus esforços em desalojar os demônios provaram-se um fracasso. Multidões têm sido vencidas tanto pela tentação de trabalhar em favor dos outros sem o poder da oração, quanto pela tentação de muito orar sem trabalhar pelos outros. Ambos os tipos de cristãos necessitam que a imagem de Deus seja neles restaurada.
Deus espera converter seres caídos em imagens Suas, através da transformação de sua vontade, mente, desejos e caracteres. O Espírito Santo traz aos crentes uma decisiva mudança de aparência. Seus frutos: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22-23) constituem agora o estilo de vida destes cristãos – mesmo tendo em vista que eles continuarão sendo mortais corruptíveis até o retorno de Cristo. Se não Lhe resistirmos, Cristo poderá efetuar em nós a obra da transformação santificadora.
A transfiguração de Cristo revela outro marcante contraste. Cristo foi transfigurado mas, em certo sentido, também o foi o garoto no vale. O menino foi transfigurado numa imagem demoníaca (Marcos 9:1-29). Aqui podemos ver claramente dois planos opostos – o plano divino de restaurar-nos e o plano satânico de arruinar-nos. As Escrituras dizem que Deus é capaz de nos guardar “de tropeços” (Judas 24). Satanás, por sua vez, faz tudo o que a seu alcance está para manter-nos no estado decaído.
A vida envolve constantes mudanças. Não existe terreno neutro. Ou estaremos sendo enobrecidos, ou degradados. Ou seremos “escravos do pecado”, ou “da justiça” (Romanos 6:17-18). Quem quer que ocupe nossa mente, estará ocupando todo o nosso ser. Se, através do Espírito Santo, Cristo ocupar nossa mente, tornar-nos-emos pessoas semelhantes a Cristo – pois uma vida cheia do Espírito apresenta “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2Coríntios 10:5). Mas se estivermos sem Cristo, vamos terminar nos separando da fonte de vida, e então, nossa destruição última será inevitável.
Que sua transformação seja santificadora!
Fonte: “Nisto Cremos”, 179-180.
Valdeci Júnior
Fátima Silva