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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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1
|Gênesis 11:1|
And the whole earth is of one pronunciation, and of the same words,
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2
|Gênesis 11:2|
and it cometh to pass, in their journeying from the east, that they find a valley in the land of Shinar, and dwell there;
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3
|Gênesis 11:3|
and they say each one to his neighbour, `Give help, let us make bricks, and burn [them] thoroughly:` and the brick is to them for stone, and the bitumen hath been to them for mortar.
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4
|Gênesis 11:4|
And they say, `Give help, let us build for ourselves a city and tower, and its head in the heavens, and make for ourselves a name, lest we be scattered over the face of all the earth.`
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5
|Gênesis 11:5|
And Jehovah cometh down to see the city and the tower which the sons of men have builded;
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6
|Gênesis 11:6|
and Jehovah saith, `Lo, the people [is] one, and one pronunciation [is] to them all, and this it hath dreamed of doing; and now, nothing is restrained from them of that which they have purposed to do.
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7
|Gênesis 11:7|
Give help, let us go down, and mingle there their pronunciation, so that a man doth not understand the pronunciation of his companion.`
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8
|Gênesis 11:8|
And Jehovah doth scatter them from thence over the face of all the earth, and they cease to build the city;
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9
|Gênesis 11:9|
therefore hath [one] called its name Babel, for there hath Jehovah mingled the pronunciation of all the earth, and from thence hath Jehovah scattered them over the face of all the earth.
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10
|Gênesis 11:10|
These [are] births of Shem: Shem [is] a son of an hundred years, and begetteth Arphaxad two years after the deluge.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva