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Young's Literal Translation -
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|Hebreus 6:1|
Wherefore, having left the word of the beginning of the Christ, unto the perfection we may advance, not again a foundation laying of reformation from dead works, and of faith on God,
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2
|Hebreus 6:2|
of the teaching of baptisms, of laying on also of hands, of rising again also of the dead, and of judgment age-during,
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3
|Hebreus 6:3|
and this we will do, if God may permit,
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4
|Hebreus 6:4|
for [it is] impossible for those once enlightened, having tasted also of the heavenly gift, and partakers having became of the Holy Spirit,
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5
|Hebreus 6:5|
and did taste the good saying of God, the powers also of the coming age,
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6
|Hebreus 6:6|
and having fallen away, again to renew [them] to reformation, having crucified again to themselves the Son of God, and exposed to public shame.
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|Hebreus 6:7|
For earth, that is drinking in the rain many times coming upon it, and is bringing forth herbs fit for those because of whom also it is dressed, doth partake of blessing from God,
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8
|Hebreus 6:8|
and that which is bearing thorns and briers [is] disapproved of, and nigh to cursing, whose end [is] for burning;
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|Hebreus 6:9|
and we are persuaded, concerning you, beloved, the things that are better, and accompanying salvation, though even thus we speak,
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|Hebreus 6:10|
for God is not unrighteous to forget your work, and the labour of the love, that ye shewed to His name, having ministered to the saints and ministering;
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva