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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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1
|Josué 19:1|
And the second lot goeth out for Simeon, for the tribe of the sons of Simeon, for their families; and their inheritance is in the midst of the inheritance of the sons of Judah,
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2
|Josué 19:2|
and they have in their inheritance Beer-Sheba, and Sheba, and Moladah,
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3
|Josué 19:3|
and Hazar-Shual, and Balah, and Azem,
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4
|Josué 19:4|
and Eltolad, and Bethul, and Hormah,
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5
|Josué 19:5|
and Ziklag, and Beth-Marcaboth, and Hazar-Susah,
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6
|Josué 19:6|
and Beth-Lebaoth, and Sharuhen; thirteen cities and their villages.
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7
|Josué 19:7|
Ain, Remmon, and Ether, and Ashan; four cities and their villages;
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8
|Josué 19:8|
also all the villages which [are] round about these cities, unto Baalath-Beer, Ramoth of the south. This [is] the inheritance of the tribe of the sons of Simeon, for their families;
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9
|Josué 19:9|
out of the portion of the sons of Judah [is] the inheritance of the sons of Simeon, for the portion of the sons of Judah hath been too much for them, and the sons of Simeon inherit in the midst of their inheritance.
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10
|Josué 19:10|
And the third lot goeth up for the sons of Zebulun, for their families; and the border of their inheritance is unto Sarid,
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva