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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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1
|Lucas 11:1|
And it came to pass, in his being in a certain place praying, as he ceased, a certain one of his disciples said unto him, `Sir, teach us to pray, as also John taught his disciples.`
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2
|Lucas 11:2|
And he said to them, `When ye may pray, say ye: Our Father who art in the heavens; hallowed be Thy name: Thy reign come; Thy will come to pass, as in heaven also on earth;
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3
|Lucas 11:3|
our appointed bread be giving us daily;
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4
|Lucas 11:4|
and forgive us our sins, for also we ourselves forgive every one indebted to us; and mayest Thou not bring us into temptation; but do Thou deliver us from the evil.`
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5
|Lucas 11:5|
And he said unto them, `Who of you shall have a friend, and shall go on unto him at midnight, and may say to him, Friend, lend me three loaves,
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6
|Lucas 11:6|
seeing a friend of mine came out of the way unto me, and I have not what I shall set before him,
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7
|Lucas 11:7|
and he from within answering may say, Do not give me trouble, already the door hath been shut, and my children with me are in the bed, I am not able, having risen, to give to thee.
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8
|Lucas 11:8|
`I say to you, even if he will not give to him, having risen, because of his being his friend, yet because of his importunity, having risen, he will give him as many as he doth need;
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9
|Lucas 11:9|
and I say to you, Ask, and it shall be given to you; seek, and ye shall find; knock, and it shall be opened to you;
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10
|Lucas 11:10|
for every one who is asking doth receive; and he who is seeking doth find; and to him who is knocking it shall be opened.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva