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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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11
|Lucas 20:11|
`And he added to send another servant, and they that one also having beaten and dishonoured, did send away empty;
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12
|Lucas 20:12|
and he added to send a third, and this one also, having wounded, they did cast out.
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13
|Lucas 20:13|
`And the owner of the vineyard said, What shall I do? I will send my son -- the beloved, perhaps having seen this one, they will do reverence;
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14
|Lucas 20:14|
and having seen him, the husbandmen reasoned among themselves, saying, This is the heir; come, we may kill him, that the inheritance may become ours;
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15
|Lucas 20:15|
and having cast him outside of the vineyard, they killed [him]; what, then, shall the owner of the vineyard do to them?
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16
|Lucas 20:16|
He will come, and destroy these husbandmen, and will give the vineyard to others.` And having heard, they said, `Let it not be!`
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17
|Lucas 20:17|
and he, having looked upon them, said, `What, then, is this that hath been written: A stone that the builders rejected -- this became head of a corner?
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18
|Lucas 20:18|
every one who hath fallen on that stone shall be broken, and on whom it may fall, it will crush him to pieces.`
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19
|Lucas 20:19|
And the chief priests and the scribes sought to lay hands on him in that hour, and they feared the people, for they knew that against them he spake this simile.
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20
|Lucas 20:20|
And, having watched [him], they sent forth liers in wait, feigning themselves to be righteous, that they might take hold of his word, to deliver him up to the rule and to the authority of the governor,
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva