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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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|Lucas 4:31|
And he came down to Capernaum, a city of Galilee, and was teaching them on the sabbaths,
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|Lucas 4:32|
and they were astonished at his teaching, because his word was with authority.
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|Lucas 4:33|
And in the synagogue was a man, having a spirit of an unclean demon, and he cried out with a great voice,
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|Lucas 4:34|
saying, `Away, what -- to us and to thee, Jesus, O Nazarene? thou didst come to destroy us; I have known thee who thou art -- the Holy One of God.`
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|Lucas 4:35|
And Jesus did rebuke him, saying, `Be silenced, and come forth out of him;` and the demon having cast him into the midst, came forth from him, having hurt him nought;
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|Lucas 4:36|
and amazement came upon all, and they were speaking together, with one another, saying, `What [is] this word, that with authority and power he doth command the unclean spirits, and they come forth?`
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|Lucas 4:37|
and there was going forth a fame concerning him to every place of the region round about.
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|Lucas 4:38|
And having risen out of the synagogue, he entered into the house of Simon, and the mother-in-law of Simon was pressed with a great fever, and they did ask him about her,
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|Lucas 4:39|
and having stood over her, he rebuked the fever, and it left her, and presently, having risen, she was ministering to them.
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|Lucas 4:40|
And at the setting of the sun, all, as many as had any ailing with manifold sicknesses, brought them unto him, and he on each one of them [his] hands having put, did heal them.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva