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Young's Literal Translation -
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11
|Neemias 3:11|
A second measure hath Malchijah son of Harim strengthened, and Hashub son of Pahath-Moab, even the tower of the furnaces.
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12
|Neemias 3:12|
And by his hand hath Shallum son of Halohesh, head of the half of the district of Jerusalem, strengthened, he and his daughters.
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13
|Neemias 3:13|
The gate of the valley hath Hanun strengthened, and the inhabitants of Zanoah; they have built it, and set up its doors, its locks, and its bars, and a thousand cubits in the wall unto the dung-gate.
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14
|Neemias 3:14|
And the dung-gate hath Malchijah son of Rechab, head of the district of Beth-Haccerem, strengthened; he doth built it, and set up its doors, its locks, and its bars.
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15
|Neemias 3:15|
And the gate of the fountain hath Shallum son of Col-Hozeh, head of the district of Mizpah, strengthened: he doth build it, and cover it, and set up its doors, its locks, and its bars, and the wall of the pool of Siloah, to the garden of the king, and unto the steps that are going down from the city of David.
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16
|Neemias 3:16|
After him hath Nehemiah son of Azbuk, head of the half of the district of Beth-Zur, strengthened, unto over-against the graves of David, and unto the pool that is made, and unto the house of the mighty ones.
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17
|Neemias 3:17|
After him have the Levites strengthened, [and] Rehum son of Bani: by his hand hath Hashabiah, head of the half of the district of Keilah, strengthened, for his district.
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18
|Neemias 3:18|
After him have their brethren strengthened, [and] Bavvai son of Henadad, head of the half of the district of Keilah.
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19
|Neemias 3:19|
And Ezer son of Jeshua, head of Mizpah, doth strengthen, by his hand, a second measure, from over-against the ascent of the armoury at the angle.
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20
|Neemias 3:20|
After him hath Baruch son of Zabbai hastened to strengthen a second measure from the angle unto the opening of the house of Eliashib the high priest.
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Sugestões

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08 de junho LAB 525
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JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva