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Young's Literal Translation -
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11
|Neemias 4:11|
And our adversaries say, `They do not know, nor see, till that we come in to their midst, and have slain them, and caused the work to cease.`
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12
|Neemias 4:12|
And it cometh to pass, when the Jews have come who are dwelling near them, that they say to us ten times from all the places whither ye return -- [they are] against us.
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13
|Neemias 4:13|
And I appoint at the lowest of the places, at the back of the wall, in the clear places, yea, I appoint the people, by their families, with their swords, their spears, and their bows.
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14
|Neemias 4:14|
And I see, and rise up, and say unto the freemen, and unto the prefects, and unto the rest of the people, `Be not afraid of them; the Lord, the great and the fearful, remember ye, and fight for your brethren, your sons, and your daughters, your wives, and your houses.`
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15
|Neemias 4:15|
And it cometh to pass, when our enemies have heard that it hath been known to us, and God doth frustrate their counsel, and we turn back, all of us, unto the wall, each unto his work;
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16
|Neemias 4:16|
yea, it cometh to pass, from that day, half of my servants are working in the business, and half of them are keeping hold of both the spears, the shields, and the bows, and the coats of mail; and the heads [are] behind all the house of Judah.
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17
|Neemias 4:17|
The builders on the wall, and the bearers of the burden, those lading, [each] with one of his hands is working in the business, and one is laying hold of the missile.
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18
|Neemias 4:18|
And the builders [are] each with his sword, girded on his loins, and building, and he who is blowing with a trumpet [is] beside me.
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19
|Neemias 4:19|
And I say unto the freemen, and unto the prefects, and unto the rest of the people, `The work is abundant, and large, and we are separated on the wall, far off one from another;
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20
|Neemias 4:20|
in the place that ye hear the voice of the trumpet thither ye are gathered unto us; our God doth fight for us.`
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Sugestões

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23 de outubro LAB 662
VOE MAIS ALTO!
Lucas 09-11
Na leitura de hoje, encontramos o desafio da decolagem do cristianismo, em suas formas mais primitivas. Para ser enviado é preciso ter duas características contrastantes que, ironicamente, se harmonizam: submissão e coragem.
Submissão para esperar que o pão não seja comprado, mas provido; coragem para fazer uma confissão de pensamento revolucionário; submissão para contemplar a glória do pai, e não querer glória para si; coragem para enfrentar o poder do mal, em nome de Jesus; submissão para não querer ser o maior; coragem para enfrentar a oposição que muitos fazem ao ministério (Lucas 9).
Submissão para ser enviado por Cristo, aonde quer que Ele mandar; coragem para quebrar as regras que não passam de tradição opressora; submissão para sentar-se aos pés de Cristo; coragem para falar o que é preciso na hora certa (Lucas 10).
Submissão para aprender a ouvir a voz de Deus no encontro da oração; coragem para permanecer ao lado de Jesus, mesmo quando o cristianismo sofre acusações; submissão para aceitar a mensagem pela fé, e não pelos sinais de engano; coragem para ser uma candeia brilhante; submissão para aceitar o cristianismo do jeito de Cristo, e não do meu jeito; coragem para chamar o pecado pelo nome (Lucas 11).
Encontrei uma história que ilustra esse paradoxo coadunante, sobre um piloto que foi, ao mesmo tempo, submisso o suficiente para sofrer o que era preciso, mas corajoso o suficiente para alçar-se ao que era necessário. Conta-se que, logo após a segunda guerra mundial, este jovem inglês experimentava o seu frágil avião monomotor numa arrojada aventura ao redor do mundo. Pouco depois de decolar de um dos pequenos e improvisados aeródromos da Índia daquela época, ouviu um estranho ruído por trás do assento. Percebeu logo que havia um rato à bordo e que poderia, roendo a cobertura de lona, destruir seu frágil avião. Pensou em voltar ao aeroporto para se livrar de seu inesperado passageiro, mas isso iria atrasar e poderia até frustrar sua viagem. Lembrou-se, então, que os ratos não resistem às grandes alturas e voou cada vez mais alto e, pouco a pouco, cessaram-se os ruídos e perigos. Correu riscos, mas superou o problema.
Coragem e submissão lhe impulsionam a uma situação que podemos chamar de “um vôo mais alto”. Se estão tentando acabar com a sua missão, voe mais alto! Em caso de inveja, voe mais alto! Em caso de calúnia, voe mais alto! Em caso de maledicência, voe mais alto! Em caso de crítica maldosa, voe mais alto! Lembre-se: Os “ratos” não resistem às grandes alturas, pois não são corajosos nem submissos.
Voe! Voe mais alto!
Fonte: adaptado de http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes/voemaisalto.htm
Valdeci Júnior
Fátima Silva