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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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1
|Romanos 7:1|
Are ye ignorant, brethren -- for to those knowing law I speak -- that the law hath lordship over the man as long as he liveth?
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2
|Romanos 7:2|
for the married woman to the living husband hath been bound by law, and if the husband may die, she hath been free from the law of the husband;
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3
|Romanos 7:3|
so, then, the husband being alive, an adulteress she shall be called if she may become another man`s; and if the husband may die, she is free from the law, so as not to be an adulteress, having become another man`s.
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4
|Romanos 7:4|
So that, my brethren, ye also were made dead to the law through the body of the Christ, for your becoming another`s, who out of the dead was raised up, that we might bear fruit to God;
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5
|Romanos 7:5|
for when we were in the flesh, the passions of the sins, that [are] through the law, were working in our members, to bear fruit to the death;
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6
|Romanos 7:6|
and now we have ceased from the law, that being dead in which we were held, so that we may serve in newness of spirit, and not in oldness of letter.
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7
|Romanos 7:7|
What, then, shall we say? the law [is] sin? let it not be! but the sin I did not know except through law, for also the covetousness I had not known if the law had not said:
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8
|Romanos 7:8|
`Thou shalt not covet;` and the sin having received an opportunity, through the command, did work in me all covetousness -- for apart from law sin is dead.
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9
|Romanos 7:9|
And I was alive apart from law once, and the command having come, the sin revived, and I died;
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10
|Romanos 7:10|
and the command that [is] for life, this was found by me for death;
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva