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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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23
|Romanos 6:23|
for the wages of the sin [is] death, and the gift of God [is] life age-during in Christ Jesus our Lord.
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1
|Romanos 7:1|
Are ye ignorant, brethren -- for to those knowing law I speak -- that the law hath lordship over the man as long as he liveth?
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2
|Romanos 7:2|
for the married woman to the living husband hath been bound by law, and if the husband may die, she hath been free from the law of the husband;
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3
|Romanos 7:3|
so, then, the husband being alive, an adulteress she shall be called if she may become another man`s; and if the husband may die, she is free from the law, so as not to be an adulteress, having become another man`s.
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4
|Romanos 7:4|
So that, my brethren, ye also were made dead to the law through the body of the Christ, for your becoming another`s, who out of the dead was raised up, that we might bear fruit to God;
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5
|Romanos 7:5|
for when we were in the flesh, the passions of the sins, that [are] through the law, were working in our members, to bear fruit to the death;
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6
|Romanos 7:6|
and now we have ceased from the law, that being dead in which we were held, so that we may serve in newness of spirit, and not in oldness of letter.
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7
|Romanos 7:7|
What, then, shall we say? the law [is] sin? let it not be! but the sin I did not know except through law, for also the covetousness I had not known if the law had not said:
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8
|Romanos 7:8|
`Thou shalt not covet;` and the sin having received an opportunity, through the command, did work in me all covetousness -- for apart from law sin is dead.
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9
|Romanos 7:9|
And I was alive apart from law once, and the command having come, the sin revived, and I died;
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Sugestões

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30 de janeiro LAB 396
TRABALHO ABENÇOADO
Êxodo 37-38
Vamos trazer o pano de fundo de Êxodo 37-38 para uma comparação com algo que acontece, de forma semelhante, em toda a História. Esses bastidores também têm tudo a ver com o mundo atual em que vivemos. E as lições são muitas.
A inteligência é uma dádiva. Deus a concede à humanidade para beneficiar-lhe. E o ser humano usa-a para o seu malefício, provocando sua própria destruição em um processo vicioso de regressão dos valores e dos princípios.
Para solucionar os problemas de sobrevivência e conceder bem-estar às pessoas – que vivem em um mundo degradado – Deus concede-lhes a capacidade de produzir inventos poderosamente bons. Gutenberg inaugurou a imprensa com a frase “Pai nosso que estás nos Céus” e, logo em seguida, editou a Bíblia para a salvação de muitos. Isso evoluiu tanto, que hoje trocamos as informações gráficas virtualmente. Nossos computadores, interligados em rede, nos proporcionam essa bênção. Que benefício para os universitários!
Mas, na proporção que essas bênçãos são dadas aos seres humanos, eles, infelizmente, transformam-nas em degradação moral. Você pode perceber isso, de maneira muito clara, quando passa por uma banca de revistas e vê que a literatura ali existente, quase em sua totalidade, é um borrão para a alma. Ou, quando as estatísticas comprovam que o mercado pornográfico fatura bilhões e bilhões de dólares, especialmente pela mídia digital. É! O mundão em que vivemos é o verdadeiro retrato pintado pela letra de Léo Canhoto na música “O Último Julgamento”. Com isso, o homem sempre inova algo, com aparência e sofisticação superiores ao que já existia, mas com menores soluções para os seus problemas anteriores. Aumenta-se assim, a fraqueza e a autodestruição humanas.
Hoje são inventadas novas tecnologias com a finalidade de ajudar. Ajudarão, por um tempo, até que passarão a atrapalhar, necessitando de novas invenções para remediá-las que, por sua vez, entrarão no mesmo ciclo vicioso. Esse ciclo degenerativo das inovações tecnológicas acontece sob uma análise feita absolutamente no nível da capacidade humana.
Entretanto, o homem pode produzir feitos que não sejam tão “desgraçantes”, mas, pelo contrário, benéficos e duradouros. Como? A arca da aliança, a mesa e os utensílios, o candelabro de ouro e o altar dos holocaustos ainda são lembrados com tanto carinho e têm uma representação no próprio santuário celestial por causa de um diferencial. Foram produzidos com o segredo de Bezalel e seus companheiros de serviço: “Moisés inspecionou a obra e viu que tinham feito tudo conforme o Senhor tinha ordenado. Então, Moisés os abençoou” (Êxodo 39:43).
Entregue seu trabalho a Deus e deixe-O guiá-lo. Certamente, ele não fará parte do ciclo degenerativo das inovações tecnológicas. Vai ser muito abençoado!
Valdeci Júnior
Fátima Silva