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João Ferreira de Almeida Revista e Atualizada -
- Prefácio e saudação
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1
|3 João 1:1|
O presbítero ao amado Gaio, a quem eu amo na verdade.
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2
|3 João 1:2|
Amado, acima de tudo, faço votos por tua prosperidade e saúde, assim como é próspera a tua alma.
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3
|3 João 1:3|
Pois fiquei sobremodo alegre pela vinda de irmãos e pelo seu testemunho da tua verdade, como tu andas na verdade.
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4
|3 João 1:4|
Não tenho maior alegria do que esta, a de ouvir que meus filhos andam na verdade.
- O bom exemplo de Gaio
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5
|3 João 1:5|
Amado, procedes fielmente naquilo que praticas para com os irmãos, e isto fazes mesmo quando são estrangeiros,
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6
|3 João 1:6|
os quais, perante a igreja, deram testemunho do teu amor. Bem farás encaminhando-os em sua jornada por modo digno de Deus;
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7
|3 João 1:7|
pois por causa do Nome foi que saíram, nada recebendo dos gentios.
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8
|3 João 1:8|
Portanto, devemos acolher esses irmãos, para nos tornarmos cooperadores da verdade.
- Diótrefes, o ambicioso. Demétrio, fiel cristão
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9
|3 João 1:9|
Escrevi alguma coisa à igreja; mas Diótrefes, que gosta de exercer a primazia entre eles, não nos dá acolhida.
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10
|3 João 1:10|
Por isso, se eu for aí, far-lhe-ei lembradas as obras que ele pratica, proferindo contra nós palavras maliciosas. E, não satisfeito com estas coisas, nem ele mesmo acolhe os irmãos, como impede os que querem recebê-los e os expulsa da igreja.
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Sugestões

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11 de maio LAB 497
OBVIAMENTE
2Crônicas 05-07
Se você ligar para mim, meu telefone irá tocar. Se passar um e-mail, chegará no meu computador. Se escrever uma carta, o correio irá me entregar. Você irá dizer: “Dãh!” Tão óbvio, não?
No entanto, esse é ponto: a obviedade. Esse é um problema que podemos ter: nos esquecemos justamente do mais básico, do óbvio. Como somos burros! Preocupamo-nos com tanta coisa sofisticada e nos esquecemos do essencial, que geralmente é o mais simples. Quer ver só? Relembrando sobre o que escrevi no primeiro parágrafo, lembra daquele versículo memorável, que muita gente sabe até de cor, que diz: “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra?” Você sabe que essas palavras eram tão óbvias que, no contexto deles, elas chegavam a ser lugar-comum? Não entendo como Deus tem tanta paciência - se dar ao sacrifício de “redundar tantas redundâncias” para ver se numa dessas voltas, talvez consiga nos laçar para o Seu coração, Seu abraço.
O verso de 2Crônicas 7:14 era óbvio porque, se lermos desde o capítulo anterior, vemos que havia acontecido exatamente isso. Veja bem: 2Crônicas 6:12 em diante mostra uma longa oração de Salomão. Ele estava buscando a Deus. Aí, quando entra aí o capítulo sete, diz que “Assim que Salomão acabou de orar, desceu fogo do céu e consumiu o holocausto e os sacrifícios, e a glória do SENHOR encheu o templo”. O verso doze declara que “o SENHOR lhe apareceu de noite e disse: “Ouvi sua oração, e escolhi este lugar para mim, como um templo para sacrifícios”. Logo a seguir, quando estava mais que demonstrado que quando alguém ora a Deus de todo o coração, com todo o seu desempenho, a oração toca o coração de Deus, quando isso tinha acabado de acontecer com Salomão, Deus fala as palavras que destaquei acima: “se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se...”
Para que falar isso se Salomão havia acabado de chamar pelo nome de Deus? Ele não tinha acabado de se humilhar? Não tinha acabado de orar, de buscar a face do Senhor? Não tinha acabado de se converter dos seus maus caminhos? E Deus não tinha acabado de ouvir Salomão? O Senhor não tinha acabado de perdoar seus pecados? Ele não tinha acabado de abençoar a terra de Salomão? Então para que dizer que se alguém O buscasse, Ele atenderia? Para que redundar?
É porque, infelizmente e obviamente, nós esquecemos.
Valdeci Júnior
Fátima Silva