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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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João Ferreira de Almeida Corrigida e Revisada, Fiel -
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9
|Josué 18:9|
Foram, pois, aqueles homens, e passaram pela terra, e a demarcaram, em sete partes segundo as cidades, descrevendo-a num livro; e voltaram a Josué, ao arraial em Siló.
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10
|Josué 18:10|
Então Josué lhes lançou as sortes em Siló, perante o SENHOR; e ali repartiu Josué a terra aos filhos de Israel, conforme às suas divisões.
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11
|Josué 18:11|
E tirou a sorte da tribo dos filhos de Benjamim, segundo as suas famílias; e coube-lhe o termo da sua sorte entre os filhos de Judá e os filhos de José.
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12
|Josué 18:12|
E o seu termo foi para o lado do norte, desde o Jordão; e sobe aquele termo ao lado de Jericó para o norte, e sobe pela montanha para o ocidente, terminando no deserto de Bete-Aven.
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13
|Josué 18:13|
E dali passa este termo a Luz, ao lado de Luz (que é Betel), para o sul; e desce a Atarote-Adar, ao pé do monte que está do lado do sul de Bete-Horom de baixo;
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14
|Josué 18:14|
E vai este termo e volta ao lado do ocidente para o sul do monte que está defronte de Bete-Horom, para o sul, terminando em Quiriate-Baal (que é Quiriate-Jearim), cidade dos filhos de Judá; esta é a sua extensão para o ocidente.
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15
|Josué 18:15|
E a sua extensão para o sul começa na extremidade de Quiriate-Jearim; e vai este termo ao ocidente e segue até à fonte das águas de Neftoa.
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16
|Josué 18:16|
E desce este termo até à extremidade do monte que está defronte do vale do filho de Hinom, que está no vale dos refains para o norte, e desce pelo vale de Hinom do lado dos jebuseus para o sul; e então desce a En-Rogel;
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17
|Josué 18:17|
E vai desde o norte, e chega a Ensemes; e dali sai a Gelilote, que está defronte da subida de Adumim, e desce à pedra de Boã, filho de Rúben;
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18
|Josué 18:18|
E passa até ao lado, defronte de Arabá, para o norte, e desce a Arabá.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva