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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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1
|Sofonias 1:1|
Dette er Herrens ord som kom til Sefanias, sønn av Kusi, sønn av Gedalja, sønn av Amarja, sønn av Esekias, i de dager da Josias, Amons sønn, var konge i Juda.
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2
|Sofonias 1:2|
Bort, bort vil jeg ta alt av jorden, sier Herren.
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3
|Sofonias 1:3|
Jeg vil ta bort mennesker og dyr, ta bort himmelens fugler og havets fisker og alt det som volder anstøt, sammen med de ugudelige, og jeg vil utrydde menneskene av jorden, sier Herren.
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4
|Sofonias 1:4|
Jeg vil rekke min hånd ut mot Juda og mot alle Jerusalems innbyggere, og jeg vil utrydde av dette sted alt som er igjen av Ba'al, avgudsprestenes navn sammen med prestene
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5
|Sofonias 1:5|
og dem som på takene tilbeder himmelens hær, og dem som tilbeder Herren og sverger ham troskap, men på samme tid sverger ved sin konge*, / {* JER 49, 1.}
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6
|Sofonias 1:6|
og dem som har vendt sig bort fra Herren, og som ikke har søkt Herren og ikke spurt efter ham.
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7
|Sofonias 1:7|
Vær stille for Herren, Israels Gud! For Herrens dag er nær; Herren har stelt til en offerslaktning, han har innvidd sine gjester.
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8
|Sofonias 1:8|
Og på Herrens offerslaktnings dag vil jeg hjemsøke høvdingene og kongens sønner og alle som klær sig i utenlandske klær.
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9
|Sofonias 1:9|
Og jeg vil på den dag hjemsøke hver den som hopper over dørtreskelen, dem som fyller sin Herres hus med vold og svik.
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10
|Sofonias 1:10|
På den dag, sier Herren, skal det lyde skrik fra Fiskeporten og hyl fra stadens andre del og stort brak fra haugene.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva