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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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|Ester 1:1|
I Ahasverus' tid - det var den Ahasverus som regjerte fra India like til Etiopia over hundre og syv og tyve landskaper -
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|Ester 1:2|
i de dager da kong Ahasverus satt på sin kongetrone i borgen Susan,
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|Ester 1:3|
i hans regjerings tredje år hendte det at han gjorde et gjestebud for alle sine fyrster og tjenere; Persias og Medias hærførere og hans fornemste menn og landskapenes fyrster var samlet hos ham.
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|Ester 1:4|
I mange dager - hundre og åtti dager - viste han dem sin kongelige herlighet og rikdom og sin storhets glans og prakt.
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|Ester 1:5|
Da de dager var til ende, gjorde kongen et gjestebud i syv dager for alt folket som fantes i borgen Susan, både store og små, i forgården til haven ved kongens slott.
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|Ester 1:6|
Tepper av hvitt linnet, bomullstøi og blått purpur var festet med snorer av hvit bomull og rødt purpur i sølvringer og til marmorsøiler; benker av gull og sølv stod på et gulv av alabast og hvitt marmor og perlemor og sort marmor.
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|Ester 1:7|
Drikkene blev skjenket i skåler av gull, og skålene var alle ulik hverandre, og kongelig vin var det i mengde, som det høvde hos en konge.
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|Ester 1:8|
Og for drikningen gjaldt den forskrift at ingen skulde nødes; for kongen hadde befalt alle sine hushovmestere å la enhver få så meget han selv ønsket.
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|Ester 1:9|
Samtidig gjorde dronning Vasti et gjestebud for kvinner i kong Ahasverus kongelige hus.
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|Ester 1:10|
På den syvende dag, da kongen var blitt vel til mote av vinen, sa han til Mehuman, Bista, Harbona, Bigta og Abagta, Setar og Karkas, de syv hoffmenn som gjorde tjeneste hos kong Ahasverus,
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Sugestões

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16 de outubro LAB 655
AS DUAS TRANSFORMAÇÕES
Marcos 07-09
A leitura de hoje me fez lembrar de uma das mais belas obras de arte guardadas na Itália. Estou falando do famoso quadro “Transfiguração”, de Rafael Sanzio, que, embora não intencionalmente, resumiu o espírito da Reforma.
A pintura mostra Cristo em pé sobre o monte, com os endemoninhados olhando esperançosamente para Ele desde o vale (Marcos 9:2-29). Os dois grupos de discípulos – um na montanha, o outro no vale – retratam dois tipos de cristãos. Os discípulos da montanha desejavam permanecer com Cristo, mais ou menos indiferentes às necessidades que ocorriam no vale. Ao longo dos séculos, muitos têm construído no alto da “montanha”, muito afastados das necessidades do mundo. Sua experiência é a das orações desacompanhadas de obras. Por outro lado, os discípulos do vale trabalhavam sem oração – e seus esforços em desalojar os demônios provaram-se um fracasso. Multidões têm sido vencidas tanto pela tentação de trabalhar em favor dos outros sem o poder da oração, quanto pela tentação de muito orar sem trabalhar pelos outros. Ambos os tipos de cristãos necessitam que a imagem de Deus seja neles restaurada.
Deus espera converter seres caídos em imagens Suas, através da transformação de sua vontade, mente, desejos e caracteres. O Espírito Santo traz aos crentes uma decisiva mudança de aparência. Seus frutos: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22-23) constituem agora o estilo de vida destes cristãos – mesmo tendo em vista que eles continuarão sendo mortais corruptíveis até o retorno de Cristo. Se não Lhe resistirmos, Cristo poderá efetuar em nós a obra da transformação santificadora.
A transfiguração de Cristo revela outro marcante contraste. Cristo foi transfigurado mas, em certo sentido, também o foi o garoto no vale. O menino foi transfigurado numa imagem demoníaca (Marcos 9:1-29). Aqui podemos ver claramente dois planos opostos – o plano divino de restaurar-nos e o plano satânico de arruinar-nos. As Escrituras dizem que Deus é capaz de nos guardar “de tropeços” (Judas 24). Satanás, por sua vez, faz tudo o que a seu alcance está para manter-nos no estado decaído.
A vida envolve constantes mudanças. Não existe terreno neutro. Ou estaremos sendo enobrecidos, ou degradados. Ou seremos “escravos do pecado”, ou “da justiça” (Romanos 6:17-18). Quem quer que ocupe nossa mente, estará ocupando todo o nosso ser. Se, através do Espírito Santo, Cristo ocupar nossa mente, tornar-nos-emos pessoas semelhantes a Cristo – pois uma vida cheia do Espírito apresenta “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2Coríntios 10:5). Mas se estivermos sem Cristo, vamos terminar nos separando da fonte de vida, e então, nossa destruição última será inevitável.
Que sua transformação seja santificadora!
Fonte: “Nisto Cremos”, 179-180.
Valdeci Júnior
Fátima Silva