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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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1
|Ester 2:1|
Da nogen tid var gått, og kongens vrede hadde lagt sig, kom han atter til å tenke på Vasti og det hun hadde gjort, og det som var besluttet om henne.
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2
|Ester 2:2|
Da sa kongens menn som gjorde tjeneste hos ham: Der skulde letes efter unge og fagre jomfruer for kongen,
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3
|Ester 2:3|
og kongen skulde sette menn i alle sitt rikes landskaper til å samle alle unge og fagre jomfruer til kvinnenes hus i borgen Susan under tilsyn av kongens hoffmann Hege, kvinnevokteren, og la dem få salver til å salve sig med,
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4
|Ester 2:4|
og så skulde den unge pike som behager kongen, bli dronning i Vastis sted! Det råd syntes kongen godt om, og han gjorde så.
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5
|Ester 2:5|
I borgen Susan var det dengang en jødisk mann som hette Mordekai; han var sønn av Ja'ir, som var sønn av Sime'i og sønnesønn av Kis, av Benjamins ætt.
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6
|Ester 2:6|
Han var blitt bortført fra Jerusalem med de fanger som blev bortført sammen med Judas konge Jekonja da han blev bortført av Babels konge Nebukadnesar.
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7
|Ester 2:7|
Han var fosterfar til Hadassa, det er Ester, en datter av hans farbror; for hun hadde hverken far eller mor. Den unge pike var velskapt og fager, og da hennes far og mor døde, hadde Mordekai tatt henne til sig som sin egen datter.
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8
|Ester 2:8|
Da nu kongens bud og befaling blev kjent, og mange unge piker samledes til borgen Susan under Hegais tilsyn, da blev også Ester hentet til kongens hus under tilsyn av Hegai, kvinnevokteren.
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9
|Ester 2:9|
Den unge pike behaget ham og vant hans yndest; derfor skyndte han sig med å gi henne salver til å salve sig med og den mat hun skulde ha, og de syv unge piker fra kongens hus som var utsett til å tjene henne; og han lot henne og hennes piker flytte inn i de beste rum i kvinnehuset.
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10
|Ester 2:10|
Ester hadde ikke sagt noget om sitt folk og sin ætt; for Mordekai hadde pålagt henne at hun ikke skulde si noget om det.
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Sugestões

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28 de outubro LAB 667
RESSURREIÇÃO PROFUNDA
Lucas 23-24
Donald Grey Barnhouse estava dirigindo seus filhos até o velório da mãe deles. Num cruzamento da estrada um enorme caminhão passou pela frente deles, temporariamente passando uma grande sombra pelo carro em que estavam. Barnhouse perguntou aos filhos, "Você preferia que a sombra do caminhão ou o próprio caminhão passasse por cima de vocês?" "É claro, a sombra," eles responderam. "É isso que aconteceu conosco," falou Barnhouse. "O falecimento de mamãe é apenas a sombra da morte. O pecador perdido é atropelado pelo próprio caminhão." (Larson, Craig Brian, editor em "Illustrations for Preaching and Teaching from Leadership Journal," Grand Rapids: Baker Book House, 1993, p. 55).
Que garantia temos para dizer isto? Ela está no ponto alto dos dois capítulos que você lê hoje, na sua Bíblia: a ressurreição de Cristo. Don Emmitte, em “Living Illustrations for Effective Preaching” faz lembrar que “se a Páscoa disser qualquer coisa para nós, é que Jesus estará sempre conosco. As pirâmides do Egito são famosas porque abrigaram os corpos mumificados dos antigos reis do Egito. A Catedral de Westminster em Londres é reverenciada porque lá jazem os corpos da nobreza e de Britânicos famosos. O mausoléu de Maomé é notável pelo caixão de pedra e os ossos que contém. O cemitério de Arlington em Washington nos EUA é venerado como o lugar de descanso de muitos Americanos famosos. Mas, o sepulcro de Jesus é famoso, justamente porque está vazio.” Aleluia! Glória a Deus por isso! Esta é a nossa garantia, de que a nossa fé não é vã.
Nos primeiros séculos da era cristã, a borboleta era usada como símbolo da ressurreição. Mas sabemos que isto não é o que melhor simboliza a ressurreição. A marca da ressurreição está nas mãos de Cristo. Percebeu aí na leitura de hoje? As cicatrizes continuam lá, em Suas mãos. Mas... por que?
Se Deus ressuscitou Jesus da morte, por que Ele não restaurou seu corpo? Por que feridas? Por que a marca dos pregos que dava para sentir com as mãos? Será que a palavra do Evangelho está dizendo a nós na nossa espera: "Você não verá a Jesus até enxergar suas feridas"? Para John Vannorsdall, “de alguma forma ou outra, precisamos entender que o Cristo ressuscitado é sempre o Cristo ferido. Vivo, mas, nunca sarado. Livre da morte, mas, marcado para eternidade. Os surdos tem um sinal para Jesus. O dedo do meio de cada mão é colocado na centro da palma da outra mão. Jesus, eles sinalizam, é aquele com as mãos feridas. E quando eles tocam aquele lugar, eles lembram. Eles escutam o nome dEle na sua própria pele”.
Profundo!
Valdeci Júnior
Fátima Silva