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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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1
|Ester 2:1|
Da nogen tid var gått, og kongens vrede hadde lagt sig, kom han atter til å tenke på Vasti og det hun hadde gjort, og det som var besluttet om henne.
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2
|Ester 2:2|
Da sa kongens menn som gjorde tjeneste hos ham: Der skulde letes efter unge og fagre jomfruer for kongen,
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3
|Ester 2:3|
og kongen skulde sette menn i alle sitt rikes landskaper til å samle alle unge og fagre jomfruer til kvinnenes hus i borgen Susan under tilsyn av kongens hoffmann Hege, kvinnevokteren, og la dem få salver til å salve sig med,
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4
|Ester 2:4|
og så skulde den unge pike som behager kongen, bli dronning i Vastis sted! Det råd syntes kongen godt om, og han gjorde så.
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5
|Ester 2:5|
I borgen Susan var det dengang en jødisk mann som hette Mordekai; han var sønn av Ja'ir, som var sønn av Sime'i og sønnesønn av Kis, av Benjamins ætt.
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6
|Ester 2:6|
Han var blitt bortført fra Jerusalem med de fanger som blev bortført sammen med Judas konge Jekonja da han blev bortført av Babels konge Nebukadnesar.
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7
|Ester 2:7|
Han var fosterfar til Hadassa, det er Ester, en datter av hans farbror; for hun hadde hverken far eller mor. Den unge pike var velskapt og fager, og da hennes far og mor døde, hadde Mordekai tatt henne til sig som sin egen datter.
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8
|Ester 2:8|
Da nu kongens bud og befaling blev kjent, og mange unge piker samledes til borgen Susan under Hegais tilsyn, da blev også Ester hentet til kongens hus under tilsyn av Hegai, kvinnevokteren.
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9
|Ester 2:9|
Den unge pike behaget ham og vant hans yndest; derfor skyndte han sig med å gi henne salver til å salve sig med og den mat hun skulde ha, og de syv unge piker fra kongens hus som var utsett til å tjene henne; og han lot henne og hennes piker flytte inn i de beste rum i kvinnehuset.
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10
|Ester 2:10|
Ester hadde ikke sagt noget om sitt folk og sin ætt; for Mordekai hadde pålagt henne at hun ikke skulde si noget om det.
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Sugestões

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17 de janeiro LAB 383
ESCOLA PORTO SEGURO
Êxodo 01-04
Há muitas pessoas que saem das grandes cidades para ir morar no interior, buscando mais tranqüilidade e uma qualidade de vida melhor. Mas aí vem o problema: no interior, não se encontra tudo que precisa. É claro, nos grandes centros têm mais recursos. Tem de tudo: tudo de bom e tudo que não presta também. Muita gente migra para o interior para livra-se do que não é bom. Elas procuram encontrar um verdadeiro refúgio.
Isso me lembra Garopaba, uma cidade turística, de lindas praias, no sul do Brasil, conhecida, pelo menos por nome, por muita gente. Além do turismo, ela tem essa característica de muitas pessoas buscarem qualidade de vida ao mudar para lá. Quando chegam, vem a grande questão: e agora, onde vamos matricular nossos filhos? Aqui não tem aquelas grandes redes de escola que tínhamos na cidade grande.
Aí vem algo fantástico que encontrei em Garopaba. Conheci pessoas que mudaram para lá por missão. O ministério deles é fundar, ali no interior, uma escola com alta qualidade de ensino, com alta qualidade de padrões morais, com alta qualidade de tudo o que uma escola precisa, para que os pais fiquem tranqüilos ao deixar seus filhos nela. O mais interessante é que o nome da escola é Porto Seguro, um símbolo de que, mesmo no meio das dificuldades da vida, mesmo nos desertos deste mundo, ainda podemos procurar, fazer, criar, encontrar “portos seguros”, onde podemos preservar pelo desenvolvimento do nosso caráter.
A leitura bíblica conta a história de alguém que viveu isso muitas vezes e mostra qual foi o resultado. Esse alguém nasceu na megalópole, só que na periferia mais discriminada daquele colosso urbano. Sua mãe não se contentou com isso. Ela deu um jeito de enviá-lo para um lugar mais seguro. O sujeito da nossa história cresceu recebendo a maior educação secular do mundo, nos palácios do Egito. Mas, ao mesmo tempo, recebeu a maior formação religiosa do mundo no seu lar de origem. No academicismo do Egito, ele encontrou o “porto seguro” intelectual, e no colo de Joquebede, o “porto seguro” espiritual. Depois, precisou aprender na maior de todas as escolas: a escola da vida. Como andarilho do deserto, encontrou um “porto seguro” na casa de Jetro, onde aprendeu a viver bem em pleno deserto.
O resultado disso tudo é que ele voltou, capacitado pelas letras, pela religião e pela vida para ser o maior libertador de todos os tempos: simplesmente Moisés. É interessante que a maior capacitação que ele encontrou foi na sarça ardente.
Sem dúvida, o porto mais seguro que podemos encontrar é na presença de Deus. Experimente isso, você também!
Valdeci Júnior
Fátima Silva