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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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1
|Ester 7:1|
Så kom da kongen og Haman til gjestebudet hos dronning Ester.
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2
|Ester 7:2|
Mens de satt og drakk vin, sa kongen også denne annen dag til Ester: Hvad er din bønn, dronning Ester? Den skal tilståes dig. Og hvad er ditt ønske? Var det enn halvdelen av riket, skal det opfylles.
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3
|Ester 7:3|
Da svarte dronning Ester: Har jeg funnet nåde for dine øine, konge, og tykkes det kongen godt, så la mitt liv bli mig gitt på min bønn, og mitt folks liv efter mitt ønske!
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4
|Ester 7:4|
For vi er solgt, både jeg og mitt folk, til å ødelegges, drepes og utryddes; var det enda bare til å være træler og trælkvinner vi var solgt, da hadde jeg tidd, men nu er vår fiende ikke i stand til å oprette kongens tap.
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5
|Ester 7:5|
Da sa kong Ahasverus til dronning Ester: Hvem er han, og hvor er han som har dristet sig til å gjøre så?
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6
|Ester 7:6|
Ester svarte: En motstander og fiende, denne onde Haman der! Da blev Haman forferdet for kongens og dronningens åsyn.
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7
|Ester 7:7|
Kongen reiste sig i harme, forlot gjestebudet og gikk ut i slottshaven; men Haman blev tilbake for å be dronning Ester om sitt liv; for han skjønte at kongen hadde fast besluttet hans ulykke.
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8
|Ester 7:8|
Da så kongen kom tilbake fra slottshaven til huset hvor gjestebudet var blitt holdt, lå Haman bøid over den benk som Ester satt på; da sa kongen: Tør han endog øve vold mot dronningen her i mitt eget hus? Ikke før var dette ord gått ut av kongens munn, før de tildekket Hamans ansikt.
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9
|Ester 7:9|
Harbona, en av hoffmennene hos kongen, sa: Se, ved Hamans hus står det allerede en galge, femti alen høi, som han selv har latt gjøre i stand for Mordekai, han hvis ord engang var til så stort gagn for kongen. Da sa kongen: Heng ham i den!
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10
|Ester 7:10|
Så hengte de Haman i den galge han hadde gjort i stand for Mordekai, og kongens vrede la sig.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva