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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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|Ester 9:1|
På den trettende dag i den tolvte måned, det er måneden adar, den dag da kongens ord og bud skulde settes i verk, og jødenes fiender hadde håpet å få dem i sin makt - nu hadde det vendt sig så at jødene fikk sine fiender i sin makt -
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2
|Ester 9:2|
den dag slo jødene sig sammen i sine byer i alle kong Ahasverus' landskaper for å legge hånd på dem som søkte deres ulykke; og ingen kunde stå sig mot dem, for frykt for dem var falt på alle folkene.
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3
|Ester 9:3|
Alle landskapenes fyrster og stattholderne og landshøvdingene og kongens embedsmenn hjalp jødene, for frykt for Mordekai var falt på dem;
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4
|Ester 9:4|
for Mordekai var nu en stor mann i kongens hus, og hans ry gikk viden om i alle landskapene, for han - Mordekai - blev større og større.
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5
|Ester 9:5|
Så slo da jødene alle sine fiender med sverd og død og undergang, og de gjorde som de vilde, mot dem som hatet dem.
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6
|Ester 9:6|
I borgen Susan drepte og ødela jødene fem hundre mann.
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7
|Ester 9:7|
Også Parsandata og Dalfon og Aspata
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8
|Ester 9:8|
og Porata og Adalja og Aridata
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|Ester 9:9|
og Parmasta og Arisai og Aridai og Vaisata,
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10
|Ester 9:10|
de ti sønner til Haman, Hammedatas sønn, jødenes fiende, drepte de; men på byttet la de ikke hånd.
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Sugestões

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08 de junho LAB 525
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JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva