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Louis Segond (1910) -
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|Ester 7:6|
Esther répondit: L'oppresseur, l'ennemi, c'est Haman, ce méchant-là! Haman fut saisi de terreur en présence du roi et de la reine.
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7
|Ester 7:7|
Et le roi, dans sa colère, se leva et quitta le festin, pour aller dans le jardin du palais. Haman resta pour demander grâce de la vie à la reine Esther, car il voyait bien que sa perte était arrêtée dans l'esprit du roi.
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8
|Ester 7:8|
Lorsque le roi revint du jardin du palais dans la salle du festin, il vit Haman qui s'était précipité vers le lit sur lequel était Esther, et il dit: Serait-ce encore pour faire violence à la reine, chez moi, dans le palais? Dès que cette parole fut sortie de la bouche du roi, on voila le visage d'Haman.
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9
|Ester 7:9|
Et Harbona, l'un des eunuques, dit en présence du roi: Voici, le bois préparé par Haman pour Mardochée, qui a parlé pour le bien du roi, est dressé dans la maison d'Haman, à une hauteur de cinquante coudées. Le roi dit: Qu'on y pende Haman!
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|Ester 7:10|
Et l'on pendit Haman au bois qu'il avait préparé pour Mardochée. Et la colère du roi s'apaisa.
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|Ester 8:1|
En ce même jour, le roi Assuérus donna à la reine Esther la maison d'Haman, l'ennemi des Juifs; et Mardochée parut devant le roi, car Esther avait fait connaître la parenté qui l'unissait à elle.
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|Ester 8:2|
Le roi ôta son anneau, qu'il avait repris à Haman, et le donna à Mardochée; Esther, de son côté, établit Mardochée sur la maison d'Haman.
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|Ester 8:3|
Puis Esther parla de nouveau en présence du roi. Elle se jeta à ses pieds, elle pleura, elle le supplia d'empêcher les effets de la méchanceté d'Haman, l'Agaguite, et la réussite de ses projets contre les Juifs.
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|Ester 8:4|
Le roi tendit le sceptre d'or à Esther, qui se releva et resta debout devant le roi.
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|Ester 8:5|
Elle dit alors: Si le roi le trouve bon et si j'ai trouvé grâce devant lui, si la chose paraît convenable au roi et si je suis agréable à ses yeux, qu'on écrive pour révoquer les lettres conçues par Haman, fils d'Hammedatha, l'Agaguite, et écrites par lui dans le but de faire périr les Juifs qui sont dans toutes les provinces du roi.
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Sugestões

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29 de junho LAB 546
FAZENDO COMENTÁRIO BÍBLICO
SALMOS 81-85
Hoje, temos cinco salmos propostos para nossa leitura diária: Salmos 81-85. Quero apresentar a você uma breve introdução a cada um deles, feita pelo comentário bíblico Moody.
Um hino de louvor introduz o Salmo 81, e um pronunciamento profético o conclui. A mudança abrupta no fim do versículo 5 tem sugerido a muitos comentaristas que fragmentos de dois salmos foram reunidos aqui. Contudo, esse ponto de vista não é imperativo, pois um festival solene seria a ocasião para tal recital do relacionamento de Deus com Israel. O termo especial para o festival, o tocar da trombeta, as referências à lua nova e à lua cheia provavelmente fornecem uma dupla referência do poema à Festa das Trombetas e à Festa dos Tabernáculos.
Uma cena do julgamento da injustiça foi apresentada no didático poema que constitui o salmo 81. Sua devida interpretação repousa sobre a identidade do segundo “Elohim” que aparece no versículo um. Alguns comentaristas o traduzem literalmente como deuses e o relacionam a um conceito de deuses subordinados em um conselho celestial. Outros o traduzem como anjos e o ligam a um conceito menos politeísta. Outros intérpretes ainda traduzem-no como juízes e o fazem referir-se aos homens injustos com autoridade. Esta última interpretação parece a preferível.
O Salmo 83 é uma lamentação nacional típica em tempo de grande perigo. Considerando que os inimigos de Israel eram automaticamente os inimigos de Deus, o nome de Deus (Yahweh) está em jogo. A ocasião não pode ser identificada com certeza; ainda desconhecemos um período da história de Israel onde tenha existido tal confederação de nações. O salmo talvez se refira a um acontecimento não registrado em outro lugar qualquer da história de Israel ou, talvez, se refira a grupos tribais que simplesmente deram apoio moral em um período de crise.
Salmo 84: Esse é o cântico de um peregrino cujo alvo é quase atingido. Através de tudo, ele tem um sentimento de paz e comunhão que transcende o ritual e outros aspectos externos do culto. Embora o poema reflita os sentimentos dos peregrinos de qualquer período, parece que vem do período da monarquia em uma ocasião quando o templo ainda estava de pé.
Já o salmo 85, embora seja basicamente um lamento nacional, tem um forte elemento profético também. Apesar de que em sua primeira parte (versos 1-3) pareça referir-se a um retorno à liberdade, esses versículos são idealizados além da situação conhecida naqueles dias. O salmista usa essa figura ideal para mostrar o forte contraste entre o presente e a certeza do futuro.
Esses comentários foram gerais. Agora, faça você, leitor, um comentário verso por verso desses salmos.
Valdeci Júnior
Fátima Silva