-
-
Louis Segond (1910) -
-
1
|Ester 1:1|
C'était du temps d'Assuérus, de cet Assuérus qui régnait depuis l'Inde jusqu'en Ethiopie sur cent vingt-sept provinces;
-
2
|Ester 1:2|
et le roi Assuérus était alors assis sur son trône royal à Suse, dans la capitale.
-
3
|Ester 1:3|
La troisième année de son règne, il fit un festin à tous ses princes et à ses serviteurs; les commandants de l'armée des Perses et des Mèdes, les grands et les chefs des provinces furent réunis en sa présence.
-
4
|Ester 1:4|
Il montra la splendide richesse de son royaume et l'éclatante magnificence de sa grandeur pendant nombre de jours, pendant cent quatre-vingts jours.
-
5
|Ester 1:5|
Lorsque ces jours furent écoulés, le roi fit pour tout le peuple qui se trouvait à Suse, la capitale, depuis le plus grand jusqu'au plus petit, un festin qui dura sept jours, dans la cour du jardin de la maison royale.
-
6
|Ester 1:6|
Des tentures blanches, vertes et bleues, étaient attachées par des cordons de byssus et de pourpre à des anneaux d'argent et à des colonnes de marbre. Des lits d'or et d'argent reposaient sur un pavé de porphyre, de marbre, de nacre et de pierres noires.
-
7
|Ester 1:7|
On servait à boire dans des vases d'or, de différentes espèces, et il y avait abondance de vin royal, grâce à la libéralité du roi.
-
8
|Ester 1:8|
Mais on ne forçait personne à boire, car le roi avait ordonné à tous les gens de sa maison de se conformer à la volonté de chacun.
-
9
|Ester 1:9|
La reine Vasthi fit aussi un festin pour les femmes dans la maison royale du roi Assuérus.
-
10
|Ester 1:10|
Le septième jour, comme le coeur du roi était réjoui par le vin, il ordonna à Mehuman, Biztha, Harbona, Bigtha, Abagtha, Zéthar et Carcas, les sept eunuques qui servaient devant le roi Assuérus,
-
-
Sugestões

Clique para ler Êxodo 1-4
17 de janeiro LAB 383
ESCOLA PORTO SEGURO
Êxodo 01-04
Há muitas pessoas que saem das grandes cidades para ir morar no interior, buscando mais tranqüilidade e uma qualidade de vida melhor. Mas aí vem o problema: no interior, não se encontra tudo que precisa. É claro, nos grandes centros têm mais recursos. Tem de tudo: tudo de bom e tudo que não presta também. Muita gente migra para o interior para livra-se do que não é bom. Elas procuram encontrar um verdadeiro refúgio.
Isso me lembra Garopaba, uma cidade turística, de lindas praias, no sul do Brasil, conhecida, pelo menos por nome, por muita gente. Além do turismo, ela tem essa característica de muitas pessoas buscarem qualidade de vida ao mudar para lá. Quando chegam, vem a grande questão: e agora, onde vamos matricular nossos filhos? Aqui não tem aquelas grandes redes de escola que tínhamos na cidade grande.
Aí vem algo fantástico que encontrei em Garopaba. Conheci pessoas que mudaram para lá por missão. O ministério deles é fundar, ali no interior, uma escola com alta qualidade de ensino, com alta qualidade de padrões morais, com alta qualidade de tudo o que uma escola precisa, para que os pais fiquem tranqüilos ao deixar seus filhos nela. O mais interessante é que o nome da escola é Porto Seguro, um símbolo de que, mesmo no meio das dificuldades da vida, mesmo nos desertos deste mundo, ainda podemos procurar, fazer, criar, encontrar “portos seguros”, onde podemos preservar pelo desenvolvimento do nosso caráter.
A leitura bíblica conta a história de alguém que viveu isso muitas vezes e mostra qual foi o resultado. Esse alguém nasceu na megalópole, só que na periferia mais discriminada daquele colosso urbano. Sua mãe não se contentou com isso. Ela deu um jeito de enviá-lo para um lugar mais seguro. O sujeito da nossa história cresceu recebendo a maior educação secular do mundo, nos palácios do Egito. Mas, ao mesmo tempo, recebeu a maior formação religiosa do mundo no seu lar de origem. No academicismo do Egito, ele encontrou o “porto seguro” intelectual, e no colo de Joquebede, o “porto seguro” espiritual. Depois, precisou aprender na maior de todas as escolas: a escola da vida. Como andarilho do deserto, encontrou um “porto seguro” na casa de Jetro, onde aprendeu a viver bem em pleno deserto.
O resultado disso tudo é que ele voltou, capacitado pelas letras, pela religião e pela vida para ser o maior libertador de todos os tempos: simplesmente Moisés. É interessante que a maior capacitação que ele encontrou foi na sarça ardente.
Sem dúvida, o porto mais seguro que podemos encontrar é na presença de Deus. Experimente isso, você também!
Valdeci Júnior
Fátima Silva