-
-
Louis Segond (1910) -
-
1
|Ester 4:1|
Mardochée, ayant appris tout ce qui se passait, déchira ses vêtements, s'enveloppa d'un sac et se couvrit de cendre. Puis il alla au milieu de la ville en poussant avec force des cris amers,
-
2
|Ester 4:2|
et se rendit jusqu'à la porte du roi, dont l'entrée était interdite à toute personne revêtue d'un sac.
-
3
|Ester 4:3|
Dans chaque province, partout où arrivaient l'ordre du roi et son édit, il y eut une grande désolation parmi les Juifs; ils jeûnaient, pleuraient et se lamentaient, et beaucoup se couchaient sur le sac et la cendre.
-
4
|Ester 4:4|
Les servantes d'Esther et ses eunuques vinrent lui annoncer cela, et la reine fut très effrayée. Elle envoya des vêtements à Mardochée pour le couvrir et lui faire ôter son sac, mais il ne les accepta pas.
-
5
|Ester 4:5|
Alors Esther appela Hathac, l'un des eunuques que le roi avait placés auprès d'elle, et elle le chargea d'aller demander à Mardochée ce que c'était et d'où cela venait.
-
6
|Ester 4:6|
Hathac se rendit vers Mardochée sur la place de la ville, devant la porte du roi.
-
7
|Ester 4:7|
Et Mardochée lui raconta tout ce qui lui était arrivé, et lui indiqua la somme d'argent qu'Haman avait promis de livrer au trésor du roi en retour du massacre des Juifs.
-
8
|Ester 4:8|
Il lui donna aussi une copie de l'édit publié dans Suse en vue de leur destruction, afin qu'il le montrât à Esther et lui fît tout connaître; et il ordonna qu'Esther se rendît chez le roi pour lui demander grâce et l'implorer en faveur de son peuple.
-
9
|Ester 4:9|
Hathac vint rapporter à Esther les paroles de Mardochée.
-
10
|Ester 4:10|
Esther chargea Hathac d'aller dire à Mardochée:
-
-
Sugestões

Clique para ler Êxodo 1-4
17 de janeiro LAB 383
ESCOLA PORTO SEGURO
Êxodo 01-04
Há muitas pessoas que saem das grandes cidades para ir morar no interior, buscando mais tranqüilidade e uma qualidade de vida melhor. Mas aí vem o problema: no interior, não se encontra tudo que precisa. É claro, nos grandes centros têm mais recursos. Tem de tudo: tudo de bom e tudo que não presta também. Muita gente migra para o interior para livra-se do que não é bom. Elas procuram encontrar um verdadeiro refúgio.
Isso me lembra Garopaba, uma cidade turística, de lindas praias, no sul do Brasil, conhecida, pelo menos por nome, por muita gente. Além do turismo, ela tem essa característica de muitas pessoas buscarem qualidade de vida ao mudar para lá. Quando chegam, vem a grande questão: e agora, onde vamos matricular nossos filhos? Aqui não tem aquelas grandes redes de escola que tínhamos na cidade grande.
Aí vem algo fantástico que encontrei em Garopaba. Conheci pessoas que mudaram para lá por missão. O ministério deles é fundar, ali no interior, uma escola com alta qualidade de ensino, com alta qualidade de padrões morais, com alta qualidade de tudo o que uma escola precisa, para que os pais fiquem tranqüilos ao deixar seus filhos nela. O mais interessante é que o nome da escola é Porto Seguro, um símbolo de que, mesmo no meio das dificuldades da vida, mesmo nos desertos deste mundo, ainda podemos procurar, fazer, criar, encontrar “portos seguros”, onde podemos preservar pelo desenvolvimento do nosso caráter.
A leitura bíblica conta a história de alguém que viveu isso muitas vezes e mostra qual foi o resultado. Esse alguém nasceu na megalópole, só que na periferia mais discriminada daquele colosso urbano. Sua mãe não se contentou com isso. Ela deu um jeito de enviá-lo para um lugar mais seguro. O sujeito da nossa história cresceu recebendo a maior educação secular do mundo, nos palácios do Egito. Mas, ao mesmo tempo, recebeu a maior formação religiosa do mundo no seu lar de origem. No academicismo do Egito, ele encontrou o “porto seguro” intelectual, e no colo de Joquebede, o “porto seguro” espiritual. Depois, precisou aprender na maior de todas as escolas: a escola da vida. Como andarilho do deserto, encontrou um “porto seguro” na casa de Jetro, onde aprendeu a viver bem em pleno deserto.
O resultado disso tudo é que ele voltou, capacitado pelas letras, pela religião e pela vida para ser o maior libertador de todos os tempos: simplesmente Moisés. É interessante que a maior capacitação que ele encontrou foi na sarça ardente.
Sem dúvida, o porto mais seguro que podemos encontrar é na presença de Deus. Experimente isso, você também!
Valdeci Júnior
Fátima Silva