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Darby Version -
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1
|1 Tessalonicenses 2:1|
For ye know yourselves, brethren, our entering in which [we had] to you, that it has not been in vain;
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2
|1 Tessalonicenses 2:2|
but, having suffered before and been insulted, even as ye know, in Philippi, we were bold in our God to speak unto you the glad tidings of God with much earnest striving.
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3
|1 Tessalonicenses 2:3|
For our exhortation [was] not of deceit, nor of uncleanness, nor in guile;
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4
|1 Tessalonicenses 2:4|
but even as we have been approved of God to have the glad tidings entrusted to us, so we speak; not as pleasing men, but God, who proves our hearts.
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5
|1 Tessalonicenses 2:5|
For we have not at any time been [among you] with flattering discourse, even as ye know, nor with a pretext for covetousness, God [is] witness;
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6
|1 Tessalonicenses 2:6|
nor seeking glory from men, neither from you nor from others, when we might have been a charge as Christ's apostles;
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7
|1 Tessalonicenses 2:7|
but have been gentle in the midst of you, as a nurse would cherish her own children.
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8
|1 Tessalonicenses 2:8|
Thus, yearning over you, we had found our delight in having imparted to you not only the glad tidings of God, but our own lives also, because ye had become beloved of us.
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9
|1 Tessalonicenses 2:9|
For ye remember, brethren, our labour and toil: working night and day, not to be chargeable to any one of you, we have preached to you the glad tidings of God.
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10
|1 Tessalonicenses 2:10|
*Ye* [are] witnesses, and God, how piously and righteously and blamelessly we have conducted ourselves with you that believe:
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva