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Darby Version -
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1
|Filipenses 1:1|
Paul and Timotheus, bondmen of Jesus Christ, to all the saints in Christ Jesus who are in Philippi, with [the] overseers and ministers;
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2
|Filipenses 1:2|
grace to you, and peace from God our Father and [the] Lord Jesus Christ.
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3
|Filipenses 1:3|
I thank my God for my whole remembrance of you,
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4
|Filipenses 1:4|
constantly in my every supplication, making the supplication for you all with joy,
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5
|Filipenses 1:5|
because of your fellowship with the gospel, from the first day until now;
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6
|Filipenses 1:6|
having confidence of this very thing, that he who has begun in you a good work will complete it unto Jesus Christ's day:
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7
|Filipenses 1:7|
as it is righteous for me to think this as to you all, because ye have *me* in your hearts, and that both in my bonds and in the defence and confirmation of the glad tidings ye are all participators in my grace.
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8
|Filipenses 1:8|
For God is my witness how I long after you all in [the] bowels of Christ Jesus.
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9
|Filipenses 1:9|
And this I pray, that your love may abound yet more and more in full knowledge and all intelligence,
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10
|Filipenses 1:10|
that ye may judge of and approve the things that are more excellent, in order that ye may be pure and without offence for Christ's day,
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva