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Darby Version -
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1
|Rute 1:1|
And it came to pass in the days when the judges ruled, that there was a famine in the land. And a certain man went from Bethlehem-Judah, to sojourn in the country of Moab, he, and his wife, and his two sons.
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2
|Rute 1:2|
And the name of the man was Elimelech, and the name of his wife Naomi, and the name of his two sons Mahlon and Chilion, Ephrathites of Bethlehem-Judah. And they came into the country of Moab, and continued there.
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3
|Rute 1:3|
And Elimelech Naomi's husband died; and she was left, and her two sons.
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4
|Rute 1:4|
And they took them Moabitish wives; the name of the one was Orpah, and the name of the second Ruth: and they abode there about ten years.
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5
|Rute 1:5|
And Mahlon and Chilion died also, both of them; and the woman was left of her two children and of her husband.
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6
|Rute 1:6|
And she arose, she and her daughters-in-law, and returned from the fields of Moab; for she had heard in the fields of Moab how that Jehovah had visited his people to give them bread.
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7
|Rute 1:7|
Wherefore she went forth out of the place where she had been, and her two daughters-in-law with her; and they went on the way to return to the land of Judah.
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8
|Rute 1:8|
And Naomi said to her two daughters-in-law, Go, return each to her mother's house. Jehovah deal kindly with you, as ye have dealt with the dead and with me.
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9
|Rute 1:9|
Jehovah grant you that ye may find rest, each in the house of her husband. And she kissed them; and they lifted up their voice and wept.
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10
|Rute 1:10|
And they said to her, We will certainly return with thee to thy people.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva