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Darby Version -
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16
|Rute 3:16|
And she came to her mother-in-law; and she said, Who art thou, my daughter? And she told her all that the man had done to her.
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17
|Rute 3:17|
And she said, These six [measures] of barley gave he me; for he said to me, Go not empty to thy mother-in-law.
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18
|Rute 3:18|
Then she said, Be still, my daughter, until thou know how the matter will fall; for the man will not rest until he have completed the matter this day.
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1
|Rute 4:1|
And Boaz went up to the gate, and sat down there. And behold, he that had the right of redemption, of whom Boaz had spoken, came by. And he said, Thou, such a one, turn aside, sit down here. And he turned aside and sat down.
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2
|Rute 4:2|
And he took ten men of the elders of the city, and said, Sit down here. And they sat down.
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3
|Rute 4:3|
And he said to him that had the right of redemption: Naomi, who is come back out of the country of Moab, sells the allotment that was our brother Elimelech's.
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4
|Rute 4:4|
And I thought I would apprise thee of it and say, Buy [it] in the presence of the inhabitants, and in the presence of the elders of my people. If thou wilt redeem [it], redeem; but if thou wilt not redeem, tell me, that I may know; for there is none to redeem besides thee; and I am after thee. And he said, I will redeem [it].
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5
|Rute 4:5|
And Boaz said, On the day thou buyest the field of the hand of Naomi, thou must buy [it] also of Ruth the Moabitess, the wife of the dead, to raise up the name of the dead upon his inheritance.
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6
|Rute 4:6|
And he that had the right of redemption said, I cannot redeem [it] for myself, lest I mar mine own inheritance. Redeem thou for thyself what I should redeem, for I cannot redeem [it].
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7
|Rute 4:7|
Now this [was the custom] in former time in Israel concerning redemption and concerning exchange, to confirm the whole matter: a man drew off his sandal, and gave it to his neighbour, and this was the [mode of] attestation in Israel.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva