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Darby Version -
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21
|Rute 1:21|
I went out full, and Jehovah has brought me home again empty. Why do ye call me Naomi, seeing Jehovah has brought me low, and the Almighty has afflicted me?
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22
|Rute 1:22|
So Naomi returned, and Ruth the Moabitess, her daughter-in-law, with her, who returned out of the fields of Moab; and they came to Bethlehem in the beginning of the barley-harvest.
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1
|Rute 2:1|
And Naomi had a relation of her husband's, a mighty man of wealth, of the family of Elimelech, and his name was Boaz.
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2
|Rute 2:2|
And Ruth the Moabitess said to Naomi, Let me, I pray, go to the field and glean among the ears of corn after [him] in whose sight I shall find favour. And she said to her, Go, my daughter.
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3
|Rute 2:3|
And she went; and she came and gleaned in the fields after the reapers; and she chanced to light on an allotment of Boaz, who was of the family of Elimelech.
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4
|Rute 2:4|
And behold, Boaz came from Bethlehem; and he said to the reapers, Jehovah be with you! And they said to him, Jehovah bless thee!
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5
|Rute 2:5|
And Boaz said to his servant that was set over the reapers, Whose maiden is this?
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6
|Rute 2:6|
And the servant that was set over the reapers answered and said, It is the Moabitish maiden who came back with Naomi out of the fields of Moab;
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7
|Rute 2:7|
and she said, I pray you, let me glean and gather among the sheaves after the reapers. And she came, and has continued from the morning until now: her sitting in the house has been little as yet.
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8
|Rute 2:8|
And Boaz said to Ruth, Hearest thou not, my daughter? Go not to glean in another field, neither go from here, but keep here with my maidens.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva