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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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5
|Atos 2:5|
Now there were dwelling at Jerusalem Jews, pious men, from every nation of those under heaven.
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6
|Atos 2:6|
But the rumour of this having spread, the multitude came together and were confounded, because each one heard them speaking in his own dialect.
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7
|Atos 2:7|
And all were amazed and wondered, saying, Behold, are not all these who are speaking Galilaeans?
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8
|Atos 2:8|
and how do *we* hear [them] each in our own dialect in which we have been born,
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9
|Atos 2:9|
Parthians, and Medes, and Elamites, and those who inhabit Mesopotamia, and Judaea, and Cappadocia, Pontus and Asia,
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10
|Atos 2:10|
both Phrygia and Pamphylia, Egypt, and the parts of Libya which adjoin Cyrene, and the Romans sojourning [here], both Jews and proselytes,
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11
|Atos 2:11|
Cretans and Arabians, we hear them speaking in our own tongues the great things of God?
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12
|Atos 2:12|
And they were all amazed and in perplexity, saying one to another, What would this mean?
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13
|Atos 2:13|
But others mocking said, They are full of new wine.
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14
|Atos 2:14|
But Peter, standing up with the eleven, lifted up his voice and spoke forth to them, Men of Judaea, and all ye inhabitants of Jerusalem, let this be known to you, and give heed to my words:
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva