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Darby Version -
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1
|Filipenses 1:1|
Paul and Timotheus, bondmen of Jesus Christ, to all the saints in Christ Jesus who are in Philippi, with [the] overseers and ministers;
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2
|Filipenses 1:2|
grace to you, and peace from God our Father and [the] Lord Jesus Christ.
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3
|Filipenses 1:3|
I thank my God for my whole remembrance of you,
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4
|Filipenses 1:4|
constantly in my every supplication, making the supplication for you all with joy,
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5
|Filipenses 1:5|
because of your fellowship with the gospel, from the first day until now;
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6
|Filipenses 1:6|
having confidence of this very thing, that he who has begun in you a good work will complete it unto Jesus Christ's day:
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7
|Filipenses 1:7|
as it is righteous for me to think this as to you all, because ye have *me* in your hearts, and that both in my bonds and in the defence and confirmation of the glad tidings ye are all participators in my grace.
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8
|Filipenses 1:8|
For God is my witness how I long after you all in [the] bowels of Christ Jesus.
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9
|Filipenses 1:9|
And this I pray, that your love may abound yet more and more in full knowledge and all intelligence,
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10
|Filipenses 1:10|
that ye may judge of and approve the things that are more excellent, in order that ye may be pure and without offence for Christ's day,
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva