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Darby Version -
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1
|Lamentações 1:1|
How doth the city sit solitary [that] was full of people! She that was great among the nations is become as a widow; the princess among the provinces is become tributary!
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2
|Lamentações 1:2|
She weepeth sore in the night, and her tears are on her cheeks; among all her lovers she hath no comforter; all her friends have dealt treacherously with her, they are become her enemies.
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3
|Lamentações 1:3|
Judah is gone into captivity because of affliction, and because of great servitude; she dwelleth among the nations, she findeth no rest: all her pursuers have overtaken her within the straits.
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4
|Lamentações 1:4|
The ways of Zion do mourn, because none come to the solemn assembly: all her gates are desolate; her priests sigh, her virgins are in grief; and as for her, she is in bitterness.
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5
|Lamentações 1:5|
Her adversaries have become the head, her enemies prosper; for Jehovah hath afflicted her for the multitude of her transgressions: her children are gone into captivity before the adversary.
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6
|Lamentações 1:6|
And from the daughter of Zion all her splendour is departed: her princes are become like harts that find no pasture; and they are gone without strength before the pursuer.
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7
|Lamentações 1:7|
In the days of her affliction and of her wanderings, since her people fell into the hand of an adversary, and none did help her, Jerusalem remembereth all her precious things which she had in the days of old: the adversaries have seen her, they mock at her ruin.
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8
|Lamentações 1:8|
Jerusalem hath grievously sinned; therefore is she removed as an impurity: all that honoured her despise her because they have seen her nakedness; and she sigheth, and turneth backward.
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9
|Lamentações 1:9|
Her impurity was in her skirts, she remembered not her latter end; and she came down wonderfully: she hath no comforter. Jehovah, behold my affliction; for the enemy hath magnified himself.
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10
|Lamentações 1:10|
The adversary hath spread out his hand upon all her precious things; for she hath seen the nations enter into her sanctuary, concerning whom thou didst command that they should not enter into thy congregation.
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva