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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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21
|Levítico 4:21|
And he shall carry forth the bullock outside the camp, and burn it as he burned the first bullock: it is a sin-offering of the congregation.
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22
|Levítico 4:22|
When a prince sinneth and through inadvertence doeth [somewhat against] any of all the commandments of Jehovah his God [in things] which should not be done, and is guilty;
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23
|Levítico 4:23|
if his sin, wherein he hath sinned, come to his knowledge, he shall bring his offering, a buck of the goats, a male without blemish.
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24
|Levítico 4:24|
And he shall lay his hand on the head of the goat, and slaughter it at the place where they slaughter the burnt-offering before Jehovah: it is a sin-offering.
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25
|Levítico 4:25|
And the priest shall take of the blood of the sin-offering with his finger, and put it on the horns of the altar of burnt-offering, and shall pour out its blood at the bottom of the altar of burnt-offering.
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26
|Levítico 4:26|
And he shall burn all its fat on the altar, as the fat of the sacrifice of peace-offering; and the priest shall make atonement for him [to cleanse him] from his sin, and it shall be forgiven him.
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27
|Levítico 4:27|
And if any one of the people of the land sin through inadvertence, that he do [somewhat against] any of the commandments of Jehovah [in things] which should not be done, and be guilty;
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28
|Levítico 4:28|
if his sin, which he hath sinned, come to his knowledge, then he shall bring his offering, a goat, a female without blemish, for his sin which he hath sinned.
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29
|Levítico 4:29|
And he shall lay his hand on the head of the sin-offering, and slaughter the sin-offering at the place of the burnt-offering.
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30
|Levítico 4:30|
And the priest shall take of the blood thereof with his finger, and put [it] on the horns of the altar of burnt-offering, and shall pour out all the blood thereof at the bottom of the altar.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva