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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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6
|Números 36:6|
This is the thing which Jehovah hath commanded concerning the daughters of Zelophehad, saying, Let them marry whom they please; only they shall marry one of the tribe of their father,
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7
|Números 36:7|
that no inheritance of the children of Israel pass from tribe to tribe; for every one of the children of Israel shall keep to the inheritance of the tribe of his fathers.
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8
|Números 36:8|
And every daughter that possesseth an inheritance among the tribes of the children of Israel, shall be married to one of the family of the tribe of her father, that the children of Israel may possess every one the inheritance of his fathers,
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9
|Números 36:9|
and the inheritance shall not pass from one tribe to another tribe; for each of the tribes of the children of Israel shall keep to his inheritance.
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10
|Números 36:10|
Even as Jehovah had commanded Moses, so did the daughters of Zelophehad;
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11
|Números 36:11|
and Mahlah, Tirzah, and Hoglah, and Milcah, and Noah, the daughters of Zelophehad, were married unto their uncles' sons.
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12
|Números 36:12|
To those that were of the families of the sons of Manasseh the son of Joseph were they married; and their inheritance remained in the tribe of the family of their father.
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13
|Números 36:13|
These are the commandments and the ordinances which Jehovah commanded through Moses to the children of Israel, in the plains of Moab, by the Jordan of Jericho.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva