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Karoli -
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1
|Esdras 1:1|
Czírus persa király elsõ esztendejében, hogy beteljesednék az Úrnak Jeremiás szája által [mondott] beszéde, felindítá az Úr Czírus persa király lelkét, és õ kihirdetteté az õ egész birodalmában, [élõszóval] és írásban is, mondván:
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2
|Esdras 1:2|
Így szól Czírus, a persa király: Az Úr, a mennynek Istene e föld minden országait nékem adta, és Õ parancsolta meg nékem, hogy építsek néki házat Jeruzsálemben, mely Júdában van;"
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3
|Esdras 1:3|
Valaki azért ti köztetek az õ népe közül való, legyen vele az õ Istene, és menjen fel Jeruzsálembe, mely Júdában van, és építse az Úrnak, Izráel Istenének házát, õ az Isten, ki Jeruzsálemben [lakozik.]
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4
|Esdras 1:4|
És mindenkit, a ki még megmaradt, minden helyrõl, a hol lakik, segítsék azon helynek férfiai ezüsttel, aranynyal, jószággal és barommal, azzal együtt, a mit önkénytesen adnak az Isten házának, mely Jeruzsálemben van.
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5
|Esdras 1:5|
Fölkelének azért Júda és Benjámin családfõi és a papok és a Léviták, és mindnyájan, a kiknek felindítá az Isten lelköket, hogy felmenjenek az Úr házának építésére, mely Jeruzsálemben van.
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6
|Esdras 1:6|
És minden körültök lakók segíték õket ezüst edényekkel, aranynyal, jószággal, barommal, drágaságokkal, mindazon kivül, a mit önkénytesen adának.
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7
|Esdras 1:7|
Czírus király pedig elõhozatá az Úr házának edényeit, melyeket Nabukodonozor hozatott vala el Jeruzsálembõl, s az õ isteneinek házába helyezett vala;"
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8
|Esdras 1:8|
Elõhozatá ezeket Czírus, a persák királya, Mithredáthes kincstartó kezeihez, a ki is átszámolá azokat Sesbassárnak, Júda fejedelmének.
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9
|Esdras 1:9|
És számok ez vala: harmincz arany medencze, ezer ezüst medencze, huszonkilencz kés,
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10
|Esdras 1:10|
Harmincz arany pohár, négyszáztíz másrendbeli ezüst pohár, és ezer más edény.
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Sugestões

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23 de agosto LAB 601
PERICULOSIDADE
Jeremias 42-44
O Jeremias foi parar no Egito. Ele não queria ir para lá, de jeito nenhum. Ele falara para o povo que eles não deveriam ir. E ele só foi para lá, por ter sido forçado pelas circunstâncias da teimosia do povo. Mas, fazer o quê!
Você já passou por isso? Por uma circunstância desagradável, pela qual você não gostaria de ter passado. A princípio você evita, mas depois, a situação foge do seu controle, e, por causa dos outros, você também acaba se lascando. Nestas horas, é difícil ficar de boca fechada.
Foi o que aconteceu com o Jeremias que foi parar em Dafne, na fronteira nordeste do Egito. Dafne não seria o ponto final da migração dos judeus que acompanhavam Joanã naquela fuga. Dali eles se espalhariam. Mas, o fato é que, durante a pausa em Dafne, Jeremias recebeu uma mensagem do Senhor. E deveria apresentá-la em forma dramatizada, como as do cinto de linho e do vaso quebrado, que já apresentara anteriormente.
A obstinação do povo era tanta que nada mais, nem a mensagem, as palavras ou as encenações de Jeremias, tinha efeito. Quão fácil era-lhes torcer os fatos e interpretá-los segundo seus preconceitos e preferência. Qual fácil é também que isso aconteça conosco hoje. É um perigo. Quando o povo de Deus chega a esse ponto, o que mais um profeta de Deus pode fazer?
Diante da inutilidade dos argumentos, Jeremias apela para o futuro: a história diria quem tinha razão. Que levassem sua maldade às últimas conseqüências. Veriam com seus próprios olhos, e em sua própria carne, a palavra de quem subsistiria, a sua, ou a do Senhor. Deus então declara que Seu nome não mais seria pronunciado em vão por um só judeu vivendo no Egito. Seriam todos consumidos pela espada e pela fome. Os que sobreviveriam e teriam ocasião de voltar à sua terra constituiriam um número diminuto.
Um sinal finalmente lhes é dado como prova de que a palavra do Senhor é que prevaleceria. Tinham se refugiado à sombra de Faraó-Hofra (Apries - 589 a 570 d.C). Pois bem, Hofra seria entregue na mão de seus inimigos, que o fariam perecer. E realmente, ele perdeu sua vida numa rebelião, sendo sucedido por Amasis.
Os teimosos judeus ficaram perdidos. O maior problema daquele povo foi confundir permissão divina com vontade divina. Uma coisa é o que Deus quer, outra coisa é o que Deus, até certo ponto, tolera. E cair na zona da tolerância é um perigo. Porque tudo fica passível de ser confundido, e, na penumbra cinzenta, vem o pior: o sincretismo.
O melhor é procurar fazer a vontade de Deus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva