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Karoli -
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26
|Esdras 8:26|
Kezökhöz mérék pedig hatszázötven tálentom ezüstöt, száz tálentomot érõ ezüst edényeket és száz tálentom aranyat.
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27
|Esdras 8:27|
Húsz arany poharat, melyek ezer dárikot érnek vala, és két szép ragyogású rézedényt, melyek oly becsesek, mint az arany.
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28
|Esdras 8:28|
És mondék nékik: Ti az Úrnak szentei vagytok, ez edények is szentek, és ez az ezüst és arany az Úrnak, atyáitok Istenének önkénytesen adott ajándék:
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29
|Esdras 8:29|
Vigyázzatok azért [reá] és megõrizzétek, míg átméritek a papi fejedelmek, a Léviták és Izráel családainak fejedelmei elõtt Jeruzsálemben az Úr házának kamaráiban!
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30
|Esdras 8:30|
És átvevék a papok és a Léviták az ezüstöt, aranyat és az edényeket súly szerint, hogy vigyék Jeruzsálembe Istenünk házához.
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31
|Esdras 8:31|
Elindulánk pedig az Aháva folyóvíz mellõl az elsõ hó tizenkettedik napján, hogy Jeruzsálembe menjünk; s a mi Istenünk kegyelme nyugodott rajtunk, megszabadítván minket a ránk leselkedõ ellenségnek kezébõl ez úton."
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32
|Esdras 8:32|
És megérkezénk Jeruzsálembe, és pihenénk ott három napig.
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33
|Esdras 8:33|
Negyednap pedig átméretett az ezüst, az arany és az edények a mi Istenünk házában, Merémóth papnak Uriás fiának kezéhez, vele lévén Eleázár, a Fineás fia, és velök Józadáb, a Jésua fia és Nóadia, a Binnui fia, Léviták,
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34
|Esdras 8:34|
Minden szám és súly szerint, s feljegyeztetett az egész súly abban az idõben.
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35
|Esdras 8:35|
A kik pedig megérkeztek a fogságból, a rabságnak fiai, égõáldozatokat vivének Izráel Istenének: tizenkét tulkot egész Izráelért, kilenczvenhat kost, hetvenhét bárányt, tizenkét bakot bûnért való áldozatra, mindezt egészen égõáldozatul az Úrnak.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva