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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Karoli -
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16
|Mateus 12:16|
És megfenyegeté õket, hogy õt ismertté ne tegyék;"
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17
|Mateus 12:17|
Hogy beteljesedjék Ésaiás próféta mondása, a ki így szólt:
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18
|Mateus 12:18|
Ímé az én szolgám, a kit választottam; az én szerelmesem, a kiben az én lelkem kedvét lelé; lelkemet adom õ belé, és ítéletet hirdet a pogányoknak."
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19
|Mateus 12:19|
Nem verseng, és nem kiált; az utczákon senki nem hallja szavát."
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20
|Mateus 12:20|
A megrepedezett nádat nem töri el, és a pislogó gyertyabelet nem oltja ki, mígnem diadalomra viszi az ítéletet.
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21
|Mateus 12:21|
És az õ nevében reménykednek majd a pogányok.
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22
|Mateus 12:22|
Akkor egy vak és néma ördöngõst hoztak õ eléje; és meggyógyítá azt, annyira, hogy a vak és néma mind beszél, mind lát vala."
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23
|Mateus 12:23|
És elálmélkodék az egész sokaság, és monda: Vajjon nem ez-é Dávidnak ama Fia?
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24
|Mateus 12:24|
A farizeusok pedig ezt hallván, mondának: Ez nem ûzi ki az ördögöket, hanemha Belzebubbal, az ördögök fejedelmével.
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25
|Mateus 12:25|
Jézus pedig, tudva az õ gondolataikat, monda nékik: Minden ország, a mely magával meghasonlik, elpusztul; és egy város vagy háznép sem állhat meg, a mely meghasonlik magával."
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva